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A Minha Sanzala: tempo de areia
recomeça o futuro sem esquecer o passado

11 de janeiro de 2008

tempo de areia

Aqui estou num vão de qualquer coisa a pensar que ela ficou e eu não fiquei com ela. Mas ela está nas minhas palavras e se por acaso não estiver é porque as minhas palavras são um engano, são vazias de conteúdo. Sem a sua voz em mim as minhas palavras são sons sem sentido. Sem o seu aroma o meu respirar é um gesto aborrecido. Sem o seu brilho os meus olhos apenas vêm formas disformes, confusas e indeterminadas dum borrão. Sem ela não valia a pena continuar a falar.
Aqui estou parado no tempo dum qualquer relógio de areia.

Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007