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A Minha Sanzala: ao longe
recomeça o futuro sem esquecer o passado

24 de julho de 2008

ao longe

Caminho sereno de olhos posto num ali qualquer, como quem procura o equilíbrio das palavras que um dia vai dizer.
Ao longe, para lá do zulmarinho que eu vejo daqui, sinto que existe uma ave, num espaço de lágrimas derramadas numa montanha, que olha com amor os passos da minha infância, os cantos dos meus amores, as palavras doces que eu disse, as canções que eu dancei.
Ao longe, para lá do zulmarinho que eu vejo daqui, pouso os meus olhos no deslizar de uma carícia.
Ao longe dou um beijo que fica por retribuir.

Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007