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A Minha Sanzala: a minha mantilha, a impaciência, uns tantos palavrões
recomeça o futuro sem esquecer o passado

30 de dezembro de 2008

a minha mantilha, a impaciência, uns tantos palavrões


Tremo. Os olhos mal conseguem ver se é dia ou noite. Lacrimejo com qualquer réstia de luz. Maldito fruto deste tempo. Não me contam nas estatísticas porque não engrossei nenhuma fila ou call center.
Eu, a minha mantilha, a impaciência e uns tantos palavrões, vamo-nos aguentando. Leite com mel, mel com isto e com aquilo. Brrrr. Hei-de derrotar o vírus antes que ele me derrote a mim ou afogá-lo-ei um dia destes.
A lareira não se acende porque não tem autonomia para isso. A televisão só serve para fazer barulho.
Eu, a minha mantilha, a impaciência, uns tantos palavrões e uma encadear de pensamentos vamo-nos aguentando.
Afinal de contas a gente constrói o futuro dia a dia, com acções, pensamentos, palavras e sentimentos.
Este ano está a acabar e vamo-nos preparando para receber o próximo ano. Aproveitamos estes dias para reflectir, reunir forças e limpar a cabeça de sugeira abundante.
Eu queria, mas com a minha mantilha, a impaciência e uns tantos palavrões não tenho tempo para limpezas.

Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007