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A Minha Sanzala: serenidade
recomeça o futuro sem esquecer o passado

7 de maio de 2009

serenidade

O Zulmarinho está sereno. Como dizem por aqui, está chão. Eu nem por isso. Dói a nostalgia. Dói a saudade. Tenho que confessar que é difícil aguentar tanto tempo sem o teu sabor, sem o teu perfume, sem o teu ar. Mirra-se-me o corpo e eu desconsigo libertar-me. Secam-se-me os olhos e continuo a ver-te desfilar nos meus pensamentos como se fosses a sua dona.

Que posso fazer?

A tua imagem é o meu fantasma. O teu olhar, perdido sinto, como se fosse uma suave brisa que me acaricia

O zulmarinho sereno e eu, perdidamente perdido de mim.



Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007