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A Minha Sanzala: Meus Sermões aos Peixes do Meu Aquário
recomeça o futuro sem esquecer o passado

8 de julho de 2009

Meus Sermões aos Peixes do Meu Aquário

Me sento aqui e me deixo levar nas ondas do zulmarinho como que a navegar por ideias feitas e outras por fazer. È que a vida dum ser humano comum, assim que nem eu ou tu, é regulado, como se pode constatar nos efeitos científicos dum estudo ainda por realizar, por causas e consequências. Daqui eu concluir numa conclusão pacientemente elaborada que, quanto maior o nosso esforço para conseguir alguma coisa, maior probabilidade teremos de conseguir. Se não for assim passa assim a ser, que é ordem minha e não me posso gastar em profundos pensamentos quando estou a desfrutar o horizonte curvo da minha recta visão.

Assim é o que acontece também com o talento e igualmente com a inveja. Aqueles que nascem com talento lhes custa menos em esforço atingir os objectivos. Acho que, desde esta rocha onde me sento em profundos pensamentos, esta é a normal teoria dos mortais. Mas não o é para aqueles que têm jogo de cintura em vez de talento, vontade ou vocação.

Mas tu me estás a perguntar o que é que o zulmarinho tem a haver com isto que eu estou aqui a falar? É que custa ver que aqueles que facilmente chegam ao seu limite, como num passe da magia estão lá no alto dum pedestal, sem talento, vontades ou vocações.

Como vês, o zulmarinho me dá para tanta coisa que um dia ainda vou descobrir um talento qualquer e refaço os Meus Sermões aos Peixes do Meu Aquário.



Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007