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A Minha Sanzala: a minha pele
recomeça o futuro sem esquecer o passado

2 de agosto de 2009

a minha pele


Me sento onde consigo ver, cheirar e quase viver o zulmarinho. O ponto onde ele termina. Para cima daqui não há mais.
Ele começa lá embaixo e termina mesmo aqui, onde a minha pele lhe pode tocar, onde toda esse superficie pode enrolar a minha pele, onde é acariciada por ele. Essa pele que me proteje e que é sensivel, forte e ao mesmo tempo fragil, tão forte que é capaz de me proteger em ventos e chuvas, frios e calores e tão frágil capaz de se arrepiar numa carícia.
Eu, o zulmarinho e a minha pele.

Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007