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A Minha Sanzala: num instantinho
recomeça o futuro sem esquecer o passado

23 de janeiro de 2010

num instantinho

Por um instante atiro a minha mão como a querer agarrar-te. Como se isso fosse possivel. Tás longe, longe de tão longe que nem com a vista de alcanço, quanto mais com um braço grilhetado de silêncios? Com palavras, palavras de medo tento moldar o ar que nos separa esperançado que assim eu te consiga ver nem que seja num breve instante em que a minha pupila te grave na memória com um código de realidades, sonhos e fantasias.

Por instantes conversamos em breves silêncios que afagam a distância da realidade ao sonho, do vazio ao cheio.

Olha, por breves instantes, deixa-me dizer-te em silêncio que ao pensar em ti não me sinto só.


Sanzalando

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