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A Minha Sanzala: delirantemente vivo-te
recomeça o futuro sem esquecer o passado

10 de outubro de 2010

delirantemente vivo-te

Hoje tem por aqui sandes de tempo. Agora está sol mas antes estava era chuva que parecia ia ser outro dilúvio.
Porque é que quando a gente não gosta duma coisa exagera logo nela que até parece ela é demónio?
Mas estava eu a te dizer que hoje estava a pensar em ti e se fez um sol que até parecia o teu. Mas foi só eu pensar assim e logo as nuvens caíram em cima de mim e me molharam que até fiquei encharcado até no osso.
Com o tempo a me querer apanhar desprevenido decidi que hoje vou ficar aqui fechado a te ver de memória e a te viver de imaginação. Olhar o teu mar, saborear a tua comida, dançar a tua música e quem saber até viver-te um pouco, mesmo que para isso eu tenha que passar pelas brasas assim num lusco fusco de sobriedade.
Olha o sol como brilha... te digo isto num quase silêncio para as nuvens não me ouvirem. Deixa-me olhar pela janela um instante e saborear o teu sol que me chega através deste. Deixa-me saborear este outono daqui como se ele fosse o teu início de verão.
Deixa só olhar-te, mesmo que seja de imaginação.

Sanzalando

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