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A Minha Sanzala: saudade
recomeça o futuro sem esquecer o passado

30 de abril de 2011

saudade

Sinto saudade de, com a minha cara amarrotada de sono, depois duma noite não dormida, olhar em frente e ver-te sorrindo, perfumada, quente e sempre a olhar-me ternurenta.
Sinto saudade de, com o cabelo desgrenhado pelo vento, poder sentir-te e falar-te como se fosses a minha outra pessoa.
Sinto saudade de, tossindo fumo dos cigarros devorados, estarmos unidos na máxima distância dum zero.
Sinto saudade do tempo.
Sinto saudade de metade do tempo.
Sinto saudade de qualquer fracção de tempo que estive contigo.
Sinto saudade de chorar-te, gargalhar-me, pular e estender-me sobre ti.
Apenas sinto saudade.

Sanzalando

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