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A Minha Sanzala: me derreto
recomeça o futuro sem esquecer o passado

24 de junho de 2011

me derreto

Me derreto sobre o sol e relembro as manhãs de cacimbo com que acordas. Torradamente me vou sentindo enquanto te revejo gelada nos teus quase 23 graus de baixa visão e muita humidade. Tento chorar, por solidariedade, melhor chamada de saudade se eu não me tivesse enganado, mas as lágrimas se evaporam à nascença e me ardem os olhos de olhar para os corpos quase despidos que passarelam na beira do mar.
Rebolo na areia como que a brincar-me como nos anos que eu tinha idade para brincar, mas a areia não é a mesma e o efeito não é o desejado. 
Vais ver é mesmo só falta de me ter esquecido de estar tanto tempo ao sol quando tu acordaste embrulhada em cacimbo.
Perdidamente revejo o mar e me desejo lhe correr mar abaixo mas ele visto daqui parece é a subir e eu mais uma vez desisto. Afinal de contas até está calor e deve de ser por isso.

Sanzalando

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