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A Minha Sanzala: navegando
recomeça o futuro sem esquecer o passado

17 de junho de 2013

navegando

Saltito de pensamento em pensamento, como se de ondas do zulmarinho se tratassem. Brinco comigo, com a memória e com a estória. Já dei pulos de grande altura sem tirar os pés do chão, já mergulhei em grande estilo, num encorpado desastrado seguido de estatelado, já fui herói e pelintra, já pensei vidas e verdades inexistentes ou irrealizáveis. Já joguei à bola de rua sem saber que elas saltavam porque tinham ar e rolavam porque eram redondas. Já vagabundei por vários mundos, coloridos e escuros, pardos e cinzentos, garridos e folclóricos.  Já me parti em tantos que em tantos bocados não sobrou um de jeito.
Saltito de imagem em, imagem, lutando contra monstros e com medo de me tornar num deles. Já saltei precipícios em que o maior precipício era eu. Já fui safado, feliz e assim assim. 
Já fui tantas coisas só a olhar para o zulmarinho e navegar dentro de mim


Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007