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A Minha Sanzala: humanamente, imaginariamente
recomeça o futuro sem esquecer o passado

21 de julho de 2013

humanamente, imaginariamente

Hoje sentei mesmo com os pés no zulmarinho. Ele parecia era um lago e nem barulho fazia quando se estendia na areia. Esperei ouvir, no meio do silêncio, uma recado, ver um sinal mas nada. Era só mesmo a transparência azulzada dele que aquecia a minha alma desde os meus pés que estavam dentro dele. Tem coisas que é bonita somente por aquilo que é. O zulmarinho é-me assim. Não tem nem como explicar, não tem como dizer em resumo descomplicado, não tem mesmo um estamos juntos e coisa e tal. É, e ponto final aparafusado para não destruir.
Mesmo como os pés dentro do zulmarinho eu tenho coisas que não sei explicar, eu humanamente, porque eu imagináriamente até que sou, mas acho não sei palavras tantas para dizer e bronca mesmo também não dá porque não tem bronca com colorido de luz forte, só mesmo de escuro noite.
Assim chegado que é aqui eu digo que sou forte mas desconsigo ser de pedra e como um pau escrevo na areia o meu nome. Não é porque tenho medo de me perder ou me esquecer, é mesmo só porque eu às vezes nem sei quem sou, humanamente ou imagináriamente.
Marca dia 2

Sanzalando

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