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A Minha Sanzala: soma
recomeça o futuro sem esquecer o passado

23 de agosto de 2013

soma

Nado num sem parar, parece me ligaram na electricidade. Se às vezes o céu parece enubla porque eu não deveria ter vontade de chorar e esconder aqui no zulmarinho as minhas lágrimas. Já sei, tu aí, não, ao lado, vais dizer que lá vem ele com as lamurias dele e do zulmarinho. Mas ao menos eu aqui escondo e ninguém vai dizer eu lhe vi a chorar, a lamentar ou a esconder sonhos. Nado e disfarço nos salpicos.
Hoje acordei assim ou acho foi ontem me deitei assim. Tanto faz.
Tudo afinal tem o tempo da minha imaginação, dos meus sonhos e do meu mundo desde que fale o que penso e não tenha o que desejo.
Aqui, assim num nadar quase olimpicamente imperfeito, vou e venho de sonho, de ideia e de imagem, cumprindo o meu princípio, que é o destino de ser feliz um dia, nem que seja no somatório de pequenas felicidades em que eu finjo que não sei que o nada é para sempre.


Sanzalando

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