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A Minha Sanzala: doido
recomeça o futuro sem esquecer o passado

4 de junho de 2014

doido

De todas as palavras gastas ainda vão sobrando algumas para dizer o tudo e nada que vem à cabeça. Reflexos, reflexões e outras razões vão-me saindo num acaso sem ocasos e sem casos, frases escritas na memória como se um poema se escrevesse num futuro que há de vir.
Frases pomposas e coloridas, pontuadas ou descontinuadas, descortinadas e sem tino num vértice triangular de palavras feitas canção duma música que não toquei.
Doidei ou doidaram as palavras que hoje usei quer para pedalar, quer para regar, quer ainda para te dizer quanto eu poderei gostar mais de ti.
Doidaram as vírgulas e pontos que caíram sobre as palavras numa gramática sem métrica ou numa métrica gramática de quem grama por gostar sem ser a metro ou ao quilo.


Sanzalando

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