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A Minha Sanzala: vento outono
recomeça o futuro sem esquecer o passado

5 de outubro de 2014

vento outono

Deixo o vento quente me despentear. Me empurra em sentido contrário. Desfaz-me vontades. Vento sem sentido soprado de noroeste.
Com isto tudo existe algum investimento seguro. Até o amor é vulnerável. Amar é sofrer, se for dado a alguem. 
Mas eu não consigo fechar o meu amor numa caixa forte que nem Patinhas. Eu te dou-o. Sofro-te por amor.
Sabes, não amar é mesmo um inferno!
Sopra vento. Força que aqui estou imperturbável a amar.


Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007