Ouço o zulmarinho a se espraiar num marulhar calmo de um dia em que me manda poucos recados vindos de desde lá do início dele.
Gagueijo palavras mentais, soletro palavras inaudíveis. Às vezes emudeço para ouvir o silencio de retorno.
Caminho sereno
sanzalando por aqui num vaguear de momentos soltos
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:42 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:46 da tarde 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 3:31 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 2:49 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 2:21 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:58 da tarde 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:42 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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No fundo dum rio,
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:46 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Aqui vou neste caminhar de tristeza ou alegria, assim numa conformidade da hora, do dia, das estrelas ou do marulhar do zulmarinho no meu interior. Quero chorar quando não posso, gargalhar quando não é oportuno, quero arrancar esta nostalgia e aqui falho por incapacidade. Quantas vezes me sinto um furacão de ventos inexistentes, ciclone de temperamento ameno? Quantas vezes me sinto a derrota, estrela abafada numa recordação?
Hoje caminho feito tristeza, nostalgia, derrota, suspiro de angústia, lágrima chorada.
Hoje necessito chorar para sentir renascer a alegria.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:30 da tarde 2 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Caminho sobre a transpiração do tempo quente de ter muito que fazer que nem sobra um bocadinho para fazer nada que também sabe bem. Assim mesmo sem virgulas nem paragens de respiração que o tempo é escasso para se perder nessas coisas dum desacaordo acordado.
Caminho numa passada incerta de palavras, frases e ideias, carregado de pesos pessoais paralelos a uma vida que não se esgota na borda do zulmarinho.
Caminho em passos alargados duma pressa para não perder tempo nos famosos passos perdidos.
Afinal de contas eu caminho para não ter tempo de deitar as lágrimas que salgam ainda mais o zulmarinho.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:45 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:33 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:13 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Circulando por palavras num navegar de sonhos e ideias acabo por fechar os olhos e recordar os dias das alegrias, das paisagens, um rio, um lago, um deserto, um sorriso, uma serra, uma floresta.
Tropeço num horror, escorrega-se-me uma lágrima e desconsigo de abrir os olhos e continuo a ver as caras que deixei de ver, as vozes que jamais ouvirei, os olhos que jamais voltarei a ver brilhar. E continuo a circular freneticamente de pesadelo em pesadelo abafando as gargalhas que ouço lá no fundo duma recordação que tenta vir em meu socorro. Vejo as árvores queimadas num ácido esqueléticante, vejo os mares pesados nuns metais solidificantes, vejo o ar que respiro pejado de pós colantes.
Esbracejo, praguejo e consigo abrir os olhos e vejo que o rio ainda corre para sul, que o meu cabelo dança ao sabor do vento norte e que o dia ainda é dia.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:20 da tarde 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Caminho sobre o olhar fazendo uma carreiro de sentido único. Pouco ou quase nada vejo porque esta neblina que me enevoa a alma tem dias que é muito densa que até parece parede.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:09 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Aqui estou eu neste caminhar de estar parado a contemplar. Alguns olhos me vêem como que um louco. Pouco me importa porque os que assim pensam não me conhecem e não têm a forma de amar que eu sinto. Alguns olhos me vêem com uma incurável doença apenas porque sonho e que acredito que um dia o sol vai nascer e vai ser igual para todos. Alguns olhos me chamam do louco porque às vezes me calo para não causar dor.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:44 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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A imaginação é a magia que me faz vibrar. Uns dias lhe acordo carregado, outros num vazio que até um susto foje de mim.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:29 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:26 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:46 da tarde 3 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Caminho por esta areia escaldante, saltito de pensamento em pensamento assim num sobrevoar das ondas, como uma rajada de vento e me fico pelo barco pirata porque não encontro o original.
Já pisei uma toalha. Pedi desculpa duma forma maquinal. Tanta gente, pouco espaço e eu tenho que caminhar desenhando letras, que nem eu sei quais são, por entre turcos de cor, espalhadas na areia num caos verdadeiro e ainda tenho de seguir o pensamento para não perder o fio à meada. É claro que há um encontrão, uma pisadela, uma palavra perdida no contexto. Mas eu caminho por entre palavras e pensamentos, erraticamente ao sabor das ondas, puxado pelo vento.
Desculpe. Onde é que eu ia? E eu sei? Como dizia o poeta, por aí não vou!
Mas também não me perguntem quem sou nem digam que me conhecem. Virem a cara, baixem os olhos, assobiem para o ar.
Deixem-me caminhar que os sonhos ainda são uma criança.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:26 da tarde 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:54 da tarde 1 comentários Hiperligações para esta mensagem
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