Me sento à beira mar, ouço a música do mar e adentrando-me em mim, com voz de silêncio procuro um caminho a seguir. Sanzalando
sanzalando por aqui num vaguear de momentos soltos
Me sento à beira mar, ouço a música do mar e adentrando-me em mim, com voz de silêncio procuro um caminho a seguir. Publicada por João Carlos Carranca à(s) 3:25 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
Se tudo fosse fácil todos o teríamos. O Amor não é fácil, a dor não é fácil, as palavras não são fáceis e as lágrimas custam tanto.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:44 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
Sabe-me a silêncio. Não ao que dói, não ao que ensurdece, não ao que provoca lágrimas. Portanto não ao teu silêncio. Mas ao silêncio da alma, ao silêncio da meditação, ao do conhecimento. Ao meu silêncio provocado e caladamente sentido, ao que encontro na paz de mim. Às vezes é preciso estar calado para proteger o tesouro, cofre aberto não é seguro. Sabe-me bem este silêncio mesmo que às vezes me pareça que ele fala muito comigo. Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:37 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
Trazia o peito carregado de febre. Os pulmões arfavam num sufoco de que jamais seriam suficientes para durarem uma vida, pensava eu. Tudo parecia não ia dar certo e tudo se modificava a cada olhar vazio. A certeza viscosa da dúvida impedia-me de raciocinar. Um prenuncio de sorte, de fé e quem sabe de esperança precisava que chovessem em mim. A metódica certeza duma dúvida continuada na monotonia do quotidiano preenchia-me o vazio da alma. E eu arfava numa falta de ar mental. Imaginei-me como um desenho desenhado numa qualquer escola primária. Desproporcionando. Sentia-me prisioneiro da ignorância com os olhos perdidos na distância. Se eu tivesse à mão de semear um conjunto de palavras eu diria que Grande Falta de Vontade. Mas estava assim, de olhos verdes, porque não amadurecidos, e pupilas contraídas porque todo eu era contracção, inerte como um dia parado, um relógio avariado, um pedaço de vidro abandonado, uma chama apagada dum fogo inexistente. Eu era a ausência de mim.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 3:30 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
Já tentei escrever com os pontos e virgulas nos seus sítios. Não gostei. Eu não sou de ponto final e parágrafo.Eu é mais reticências e reticente. Eu é mais de compreensão lenta e apreensão rápida. Já tentei rabiscar ruas, rotundas e becos sem saída. Deu sentido proibido.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:38 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:11 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: instantes
Nem tudo na vida é claro. Nem nos livros. Nem nas simples palavras.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 2:56 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: letras soltas
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:47 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:28 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
Eu sei que preciso de tempo. Sei que precisas de espaço.
Deste-me um relógio, devolvi-te um quadrado de mim.
Ruborizei com o embaraço de não te ter dado o meu jardim porque a flor mais bonita dele eras tu.
Foi então que desisti e tu de mim desististe. Insistimos porque ambos valíamos o esforço.
Deste-me espaço e devolvi-te tempo e no final acabámos juntinhos feitos um.
Tropeçámos ideias, descalçamos factos e desatamos nós da vida.
Foi um é giro. Apenasmente isso.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 10:31 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
Hoje não me apetece procurar palavras.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:46 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 10:48 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:38 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 6:17 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:18 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 10:41 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:31 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Publicada por João Carlos Carranca à(s) 6:00 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: estórias do antigamente, vagabundando palavras
Olhá lá que me esqueci de soletrar palavras num divertimento que me entretém.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:15 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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Me olha nos olhos e me sorri.
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:48 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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