Sanzalando
13 de outubro de 2016
AMAR É DEIXAR LIVRE
Publicada por Árthemis à(s) 9:28 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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12 de outubro de 2016
A LUA
Publicada por Árthemis à(s) 9:24 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: Arthemis, sanzalacine
9 de outubro de 2016
Tamara short film
Publicada por Árthemis à(s) 9:39 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: Arthemis, sanzalacine
7 de outubro de 2016
caminho à sombra
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 6:07 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
6 de outubro de 2016
olhar
Não foi um abraço nem um beijo. Foi mesmo e só o teu olhar. Não foi o eu fechar os olhos e sonhar, foi mesmo a carícia do teu olhar. Foi mais ou menos assim num parar do tempo e só existíssemos nós os dois.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 6:10 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
5 de outubro de 2016
sorriso
Felizmente o meu sorriso tem o teu a acompanhar. Um sorriso vadio tem valor mas um acompanhado nem te conto. Um sorriso pode abraçar alguém sem que alguém sinta o toque do corpo e braços. Uma pessoa é feliz quando o corpo sorri.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 8:12 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
4 de outubro de 2016
reflexão
Olhando para mim e verifico que tento mudar por dentro para que o fora seja um reflexo. Eu tento que o que me vêem seja o reflexo de mim, fotografia simétrica da minha intimidade, sorriso estampado na alma, pureza clara de pensamento positivo. Enfim, que o meu silêncio exterior não seja sinal da minha inexistência ou alheamento, que a minha procura de correspondência seja sinal de complementaridade.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:41 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
2 de outubro de 2016
Capuchinho Vermelho
Estando eu a ler a estória do Capuchinho Vermelho dou comigo a pensar que o Lobo Mau é sempre o mau da estória. Se a estória fosse contada pelo Lobo será que era assim na mesma? Caramba. Já não consigo responder às minhas perguntas.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 7:09 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
30 de setembro de 2016
palavras de vocação
Me sento à beira mar, ouço a música do mar e adentrando-me em mim, com voz de silêncio procuro um caminho a seguir. Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 3:25 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
29 de setembro de 2016
amor sem palavras
Se tudo fosse fácil todos o teríamos. O Amor não é fácil, a dor não é fácil, as palavras não são fáceis e as lágrimas custam tanto.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:44 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
28 de setembro de 2016
silêncio em palavras
Sabe-me a silêncio. Não ao que dói, não ao que ensurdece, não ao que provoca lágrimas. Portanto não ao teu silêncio. Mas ao silêncio da alma, ao silêncio da meditação, ao do conhecimento. Ao meu silêncio provocado e caladamente sentido, ao que encontro na paz de mim. Às vezes é preciso estar calado para proteger o tesouro, cofre aberto não é seguro. Sabe-me bem este silêncio mesmo que às vezes me pareça que ele fala muito comigo. Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:37 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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27 de setembro de 2016
auto-biografado em meia dúzia de palavras
Trazia o peito carregado de febre. Os pulmões arfavam num sufoco de que jamais seriam suficientes para durarem uma vida, pensava eu. Tudo parecia não ia dar certo e tudo se modificava a cada olhar vazio. A certeza viscosa da dúvida impedia-me de raciocinar. Um prenuncio de sorte, de fé e quem sabe de esperança precisava que chovessem em mim. A metódica certeza duma dúvida continuada na monotonia do quotidiano preenchia-me o vazio da alma. E eu arfava numa falta de ar mental. Imaginei-me como um desenho desenhado numa qualquer escola primária. Desproporcionando. Sentia-me prisioneiro da ignorância com os olhos perdidos na distância. Se eu tivesse à mão de semear um conjunto de palavras eu diria que Grande Falta de Vontade. Mas estava assim, de olhos verdes, porque não amadurecidos, e pupilas contraídas porque todo eu era contracção, inerte como um dia parado, um relógio avariado, um pedaço de vidro abandonado, uma chama apagada dum fogo inexistente. Eu era a ausência de mim.Publicada por João Carlos Carranca à(s) 3:30 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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26 de setembro de 2016
aparando a relva
Já tentei escrever com os pontos e virgulas nos seus sítios. Não gostei. Eu não sou de ponto final e parágrafo.Eu é mais reticências e reticente. Eu é mais de compreensão lenta e apreensão rápida. Já tentei rabiscar ruas, rotundas e becos sem saída. Deu sentido proibido.Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:38 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: divagações de outono
25 de setembro de 2016
um dia
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 4:11 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: instantes
20 de setembro de 2016
reinício
Nem tudo na vida é claro. Nem nos livros. Nem nas simples palavras.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 2:56 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: letras soltas
16 de setembro de 2016
vagabundando palavras - parte final
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 1:47 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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14 de setembro de 2016
constatação
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:28 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
12 de setembro de 2016
Foi um é giro
Eu sei que preciso de tempo. Sei que precisas de espaço.
Deste-me um relógio, devolvi-te um quadrado de mim.
Ruborizei com o embaraço de não te ter dado o meu jardim porque a flor mais bonita dele eras tu.
Foi então que desisti e tu de mim desististe. Insistimos porque ambos valíamos o esforço.
Deste-me espaço e devolvi-te tempo e no final acabámos juntinhos feitos um.
Tropeçámos ideias, descalçamos factos e desatamos nós da vida.
Foi um é giro. Apenasmente isso.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 10:31 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
7 de setembro de 2016
não vou procurar palavras
Hoje não me apetece procurar palavras.
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 5:46 da tarde 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
6 de setembro de 2016
Zulmarinho perfume
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 10:48 da manhã 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: vagabundando palavras
