"Fio": Pelos vistos aqui tambem não....... carranca Respostas:
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ProcuroHoje, 18:25
Forum: Liceu Américo Tomás Corro em marcha mais que lenta as ruas quadriculadas da cidade, feitas em régua e esquadro, páro para olhar as montras e nelas vejo apenas o vazio, que os meus olhos procuram um nada, o rosto, a lembrança fisionómica que tenho de ti desde o século passado. Não envelheceste aos meus olhos, mantiveste o teu ar felino, a tua personalidade manteve-se forte, num antes quabrar que torcer. Sorrisos poucos nas muitas repreensões. Firme, no alto do teu pedestral olhas o 'filho da lavadeira', esboçando algo muito vagamente parecido com um sorriso. E Eu continuo perdidao no quadriculado da cidade procurando o teu perfume, antes de criança, hoje de mulher. Aos cafés não vais. À praia só com teus pais.Já não sei onde procurar mais!C'acordei porque estava a ter assim como que um sonho feito na Europa ou filme dos states. Aí. o bom da fita ganha sempre, deixa o cavalo e casa com a garina e vivem felizes para sempre. Pois é, foi mesmo um filme que vi no Impala Cine. Saí a correr, fiz a rotunda e segui na 'auto-estrada' em direcção ao Aeroporto que mais não era que um aerodromo. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
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Mermão e mermãHoje, 14:56
Forum: Conversas de Café Olha só esse zulmarinho. Olha com olhos de olhar e perceber.Se eu fosse uma onda ondulava sobre este mar e ia ter no início dele que nem sereia me agarrava nos calcanhares. Podes escrever, mermão.Mas enquanto escreves manda ai uma birra geladinha para refrescar a goela.Mermã, calma transpira do ar que vem do zulmarinho. O Zulmarinho que às vezes parece que tá assim como que cheio de calema é só mesmo para libertar a energia que ele trás dentro dele e que vem desdo o início dele. É a força assim como intrínseca da excentricidade que mobiliza os atomos que lhe formam mas não lhe moldam. Ele é assim a calma do óbvio que num repente trás a força à flor da onda.Portanto, mermã, se queres aula de calma e química, paga só mais umas quantas e deixa eu continuar a botar a boca no trombone.Mermãos, os dois ai em sentido defenido na escutação das palavras sábias que a birra me vai transmitindo, num mesmo fluido como os átomos desse zulmarinho que às vezes parece o diabomarinho outras o verdemarinho. Mas nos nossos, meus, coração ele é mesmo e será sempre o zulmarinho que tem o início dele lá mesmo no sítio que de noite parece ser reflectido naquilo que chamam de Lua. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
Mas o Carranca Junior havia de se vingar noutro qualquer
Um campeão perdido a ser ultrapassado. Mania de não terem retrovisores...
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Sentado bebo uma ou outraHoje, 16:21
Forum: Conversas de Café Que vou bebendo para ver melhor o que se passa lá no longe do início deste zulmarinho. Vejo que um camba andou 29 dias a pé do Namibe até à Lua. O ar do deserto deve ter fundido os fusíveis ou as válvulas desse camba. Propósito que foi bonito mas caramba, tanta coisa para ir conhecer a Lua?Manda aí mais outra, bem geladinha quinda doi os pés só de pensar na caminhada.Me sento aqui num canto ouvindo esse mar num ritmo arritmado de consciências sem nexo espraiando-se na areia.Cobra que não anda morre de fome. Eu bebo para pensar. Parecido que bem diferente que seja. Sento aqui e fico só a olhar as garinas obiavemente sempre belas, sempre na flôr da idade, seja obvio que nunca têm idade. Sento aqui a cheirar o perfume da marzia e a pensar na areia escaldante do deserto calcurreado por milhentos olhos em dunas de silêncios perdidos.Sento á espera da onda que me vai levar no teu início!
Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
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MermãoHoje, 17:54
Forum: Conversas de Café Conta hoje tu estórias de embalar a trouxa e zarpar.Conta mas desquece de pagar as loiras. Sabes que ouvir também tem os seus custos. Eu sou bom ouvinte. Falas e eu te interrompo só para lembrar as loiras.Què!!!!!Tás a querer falar das estórias dos 30. Desconsigo de ouvir essas. Fala mesmo das estórias das garinas e de dar à sola quando elas crudam na gente que parece ficaram donas. Quando elas parece que tem os homem aí na rédea curta. Fala dessas... Dessas tu não sabes?! Eu também deslembro de nenhuma. Só lembro mesmo as estórias dos astros que querem ficar doirados e ficam assim como doidos, porque afinal só conseguem ser estrelas nas noites muito nubladas. O brilho fica baço na ocasidade dos seus interiores.Vai mais uma loira para ambos? Num queres. Eu bebo as duas e fico aqui a ouvir as buchardas que vêm lá dos donos do mundo. E eu a ver com isso? Manda lá no mundo dele que no meu só estrova. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
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Senta aqui02-11-2004 10:11
Forum: Conversas de Café Mininas hoje é dia de sentarem aqui e ouvirem. Silêncios nas bocas que eu falo, só silenciado no momento de ludibriar a goela com uma geladinha. Pronto, está bem, podem ouvir o zulmarinho mas nada de prestar atenção nas ondas dele, que é para não distrair os neurónios. Lhes falo hoje da avestruz, animal que lhes gosto, tem tanta agilidade no pescoço que até consegue mesmo confirmar o estado de maturação e/ou mirração de certas partes, sem necessidade de um espelho ou acessório parecido. Lhes gosto mesmo. Não, não é da avestruz. É mesmo de vocês! Só vocês mesmo se iam poder lembrar que a avestruz não usa a cabeça para enterrar na areia e se esconder do mundo.Também lhes falo de uma camba que parla italiano mas vive assim num país que tem muitas montanhas, algumas de chocolate. Sabem que ela me mandou uma receita, em papel perfumado, que dizia assim:"Riceita della felicitá per 365 gioni Salute e amore in quantitá, una vita piena di felicitá, avere denaro in abbondanza, girare il mondo, tanta vacanza,no mai pensare a lavorare e molti anni potrai campare! "junto com a receita me mandou um chá de menta. Me diz que faz bem com as birras geladas.Pois é, mininas do meu coração, que tem a avestruz a ver com a camba? Tudo! Fazem assim o meu coração palpitar de sorrisos e amizades que não tem letras que formem palavras com nexo. Olhem agora no zulmarinho e se concentrarem bem, vão ver que lá no início dele, depois da curva que parece recta, está um paraíso de que a avestruz, vocês, euzinho e a camba que fala italiano e vive num país de montanhas, algumas de chocolate, e todos os outros nós fazem parte.Bebendo umas e outras vos vou osculando. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
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Senta aqui02-11-2004 10:11
Forum: Conversas de Café Mininas hoje é dia de sentarem aqui e ouvirem. Silêncios nas bocas que eu falo, só silenciado no momento de ludibriar a goela com uma geladinha. Pronto, está bem, podem ouvir o zulmarinho mas nada de prestar atenção nas ondas dele, que é para não distrair os neurónios. Lhes falo hoje da avestruz, animal que lhes gosto, tem tanta agilidade no pescoço que até consegue mesmo confirmar o estado de maturação e/ou mirração de certas partes, sem necessidade de um espelho ou acessório parecido. Lhes gosto mesmo. Não, não é da avestruz. É mesmo de vocês! Só vocês mesmo se iam poder lembrar que a avestruz não usa a cabeça para enterrar na areia e se esconder do mundo.Também lhes falo de uma camba que parla italiano mas vive assim num país que tem muitas montanhas, algumas de chocolate. Sabem que ela me mandou uma receita, em papel perfumado, que dizia assim:"Riceita della felicitá per 365 gioni Salute e amore in quantitá, una vita piena di felicitá, avere denaro in abbondanza, girare il mondo, tanta vacanza,no mai pensare a lavorare e molti anni potrai campare! "junto com a receita me mandou um chá de menta. Me diz que faz bem com as birras geladas.Pois é, mininas do meu coração, que tem a avestruz a ver com a camba? Tudo! Fazem assim o meu coração palpitar de sorrisos e amizades que não tem letras que formem palavras com nexo. Olhem agora no zulmarinho e se concentrarem bem, vão ver que lá no início dele, depois da curva que parece recta, está um paraíso de que a avestruz, vocês, euzinho e a camba que fala italiano e vive num país de montanhas, algumas de chocolate, e todos os outros nós fazem parte.Bebendo umas e outras vos vou osculando. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
2 de novembro de 2004
Este veio do país do chocolate. Um doce!
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Sol torrido31-10-2004 10:15
Forum: Conversas de Café Tá sol que nem outono está a ser. Luz brilhante vindo do astro rei que também nasceu lá mais cedo que a hora mudou e não sei a quantas ando. Manda aí uma birra de aluguér. Sim porque a birra tem a vantagem de se beber e depois de se desopilar pela sanita, atrás da árvore, do candeeiro ou sei lá mesmo de onde. Bebe-se e depois verte-se. Mas entretanto oleou a goela, aligeirou os neurónios e desenferrujou os musculos da boca (e dos dedos neste caso da fala de teclado). Mermão senta e olha comigo esse zulmarinho que tem parecido com o verão do nosso contetamento. Vês o carcamano dentro da água. Devem ser doidos estes carcamanos.Mermão, vamos hoje fazer uma de solidariedade e brindemos com aqueles que não podem estar aqui a ver o zulmarinho nesse azul de calma, bailando ao ritmo de blues que só mesmo ele sabe.Mais uma loirinha para a solidariedade.
Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
Para entenderem o texto que hoje escrevi na Esplanada. "Fio": Um café na Esplanada carranca Respostas:
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Senta aquiHoje, 10:11
Forum: Conversas de Café Mininas hoje é dia de sentarem aqui e ouvirem. Silêncios nas bocas que eu falo, só silenciado no momento de ludibriar a goela com uma geladinha. Pronto, está bem, podem ouvir o zulmarinho mas nada de prestar atenção nas ondas dele, que é para não distrair os neurónios. Lhes falo hoje da avestruz, animal que lhes gosto, tem tanta agilidade no pescoço que até consegue mesmo confirmar o estado de maturação e/ou mirração de certas partes, sem necessidade de um espelho ou acessório parecido. Lhes gosto mesmo. Não, não é da avestruz. É mesmo de vocês! Só vocês mesmo se iam poder lembrar que a avestruz não usa a cabeça para enterrar na areia e se esconder do mundo.Também lhes falo de uma camba que parla italiano mas vive assim num país que tem muitas montanhas, algumas de chocolate. Sabem que ela me mandou uma receita, em papel perfumado, que dizia assim:"Riceita della felicitá per 365 gioni Salute e amore in quantitá, una vita piena di felicitá, avere denaro in abbondanza, girare il mondo, tanta vacanza,no mai pensare a lavorare e molti anni potrai campare! "junto com a receita me mandou um chá de menta. Me diz que faz bem com as birras geladas.Pois é, mininas do meu coração, que tem a avestruz a ver com a camba? Tudo! Fazem assim o meu coração palpitar de sorrisos e amizades que não tem letras que formem palavras com nexo. Olhem agora no zulmarinho e se concentrarem bem, vão ver que lá no início dele, depois da curva que parece recta, está um paraíso de que a avestruz, vocês, euzinho e a camba que fala italiano e vive num país de montanhas, algumas de chocolate, e todos os outros nós fazem parte.Bebendo umas e outras vos vou osculando.
30 de outubro de 2004
Uma pausa para reflecção A sanzalangola.com, atravessa, em minha opinião, um momento de crise. Essa crise pode dever-se a vários factores que vão desde o crescimento; à falta de capacidade de diálogo de muitos que o frequentam e que se consideram expulsos de Angola e que até aos dias de hoje não conseguiram exorcizar os seus fantasmas e suas raivas; ao desconhecimento de que Angola existe como País, com as suas fraquezas, virtudes, guerras e paz; à incapacidade de os moderadores exercerem moderação e deixarem de ter actividades censórias; à intolerância de uns poucos que pensam ser os arautos da verdade e de imaginarem que o site é o lugar ideal para insultos pessoais, por velados que sejam. É hora de parar para reflectir. A expulsão, arma possivel por se tratar de um site privado, nunca deveria ter existido, não só porque leva à criação de clones, muitas vezes piores na concepção ideológica e narrativa que os originais, como ao 'abandalhamento' de discussões que se querem sérias e enriquecedoras para os que muito têm e querem aprender. É hora de fazer uma introspecção. Por mim continuo a tentar remar contra as marés e a navegar mesmo em dias de calema.
Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
Só de saber que tens o teu início lá fico assim como que cheio de calma e serenidade.
29 de outubro de 2004
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Seranamente calmo vejoHoje, 22:51
Forum: Conversas de Café Mermão, senta aqui agora comigo.Vamos derramar nas goelas umas e outras. Vamos ludibriar o pensamento com coisas assim como casa de família, os pais, os filhos, os tios, os canários e os cães e gatos. Tás a ver. Tipicamente familiar. Vamos ocupar os neurónios com coisas que valem a pena. A família vale sempre a pena. Mas não te esqueças de manter a mesa com as loiras geladinhas já que o ar consecionado está já ligado á temperatura de inverno, que parece ter pinguim a quer aterrar aqui no zulmarinho. Sabes, avilo, antes eu tinha dúvidas agora mesmo não sei!Acho mesmo melhor só beber e deixar os neurónios seguir o disco da música do zulmarinho, não gasta luz, não desafina, não está riscado e sempre dá para cheirar a marzia que não é enlatada como nos filmes dos cobóis amaricanos.Trás lá mais outra, mermão! Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
Uns anos largos atrás
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ai uêHoje, 11:39
Forum: Conversas de Café Mermão te dizia para sentar mas parece que houve revolução aqui na banda. Esse Zulmarinho anda mesmo que desajuizado. Foi fazer farra aqui. Ainda bem que não pareceu na banda a polícia da confusão. Olha só, mermão. Birras vazias espalhadas por tudo o que é poiso.Mermão aqui não tem precisão de fazer isso. Olha só. Agora a gente senta mesmo onde. Mermão, agarra a vassoura e num birra e te põe a trabalhar que farra cabou.Avilo, enquanto a gente faz arrumação, tu prometes que não vais dizer ninguém que me viste de esfregona na mão. Essas cambas não vão precisar saber que além de eu beber umas loiras também sei fazer essa coisa de trabalho doméstico, que não é próprio para um homem que vive só com a imaginação e o pensamento lá no início desse mar. Vamos pôr isto que nem um brinco. Passa outra birra.Avilo, agora esfrega aí com força ao som desse manso zulmarinho que inda ontem parecia que queria partir tudo o que estava à frente dele. Deve ser da idade. Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
28 de outubro de 2004
Vai uma loira?
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Afogando as saudades27-10-2004 13:09
Forum: Conversas de Café Me sentei perto, pertinho mesmo, para sentir o cheiro e ouvir o xuaxulhar crespo desste zulmarinho que de tantas saudades minhas está assim como que revoltado, ondulando agreste, soprando ventos fortes e lacrimejando qual tempestade.Zulmarinho, num precisava tanto, sabes eu ia voltar. Eu precisava voltar para daqui de cima de ti ver o início do teu ser.Olha só tanta gente sentada a te ver mas não te vêm. Olham-te e discutem. Mas não são as ideias que eles estão a bater no debater. Estão mesmo a bater nas personagens. Sabes quando isso acontece o que vai sair a seguir? Toda a trampa vai sair no ventilador acelerada pelo teu vento. Zulmarinho não podes deixar de ser o mar que tem início lá na terra mais querida, lá onde a Lua vai buscar o seu reflexo.Me deixa te acalmar e beber todo o teu cheiro e perguntar-te onde anda a verdemarinha.Muitas loiras serão bebidas, sempre comigo virado para Oriente.
Sanzalando em Angola
Carlos Carranca
26 de outubro de 2004
"Fio": Um café na Esplanada carranca Respostas:
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Uma birra e gelo pra queimadura25-10-2004 22:06
Forum: Conversas de Café Mermã, senta aqui escuta.Sentes o cheiro de queimado?Não é meu cérebro que ferve. É mesmo a Sebenta de capa encarnada que ardeu numa fogueira de raiva. Penso eu. Faz vinte e muitos anos que deram a uma garina, uma sebenta encarnada onde Kafrondim escreveu o que na alma lhe corria. Momentos muitos depois houve assim como que um flagra que parece que virou inferno tal era o incendio que ia na referida alma da garina.Mas manda vir a minha loira que eu não quero botar lágrima assim a seco.Desconheço por esquecimento o que Kafrondim escreveu nessa referida dita cuja Sebenta. Mas vais ver inda era poesia cheia de cores de África e corações palpitando ao som do batuque que chamam coração. Ou se calhar era mesmo os deveres que ele devia cumprir com rigôr. Só mesmo as cinzas do inferno podem saber. Ou será que a garina guardou no baú a sebenta e está a gente aqui a fazer conjecturas conjunturais de estruras esbatidas na raiva.Vou mesmo beber a loira e curtir as lágrimas com sabor de zulmarinho.
Sanzalando em Angola
Carlos Carranca