Sanzalando
Rádio Portimão
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Conversas à Mesa
PERTINÊNCIAS - um Programa de Rádio
- Pertinências 1 - Carlos Osório - Roblocks e os seus caminhos
- Pertinências 2 - Diagnóstico Dual - GRATO
- Pertinências 3 - "A Mulher (e as mulheres) segundo Fernando Pessoa"
- Pertinências 4 - Ir a Paris sem sair
- Perinências 5 - Prof. Carlos Fiolhais
- Pertinências 6 - Escritores algarvios
- Pertinências 7 - Equipes de Rua - GRATO
- Pertinências 8 - Rastreio e Prevenção do cancro do colon e recto
- PERTINÊNCIAS 9 - Enredados nas Palavras - Dulce Maria Cardoso
- PERTINÊNCIAS 10 - H(á) Mercado - Brasa Doirada
- PERTINÊNCIAS 11
- PERTINÊNCIAS 12
- PERTINÊNCIAS 13 - Por Dentro do CHEGA
- Pertinências 14 - Epicuro e Epicurismo Por Gabriela Baião
- Pertinências 15
- Pertinências 16 - As Abelhas
- Pertinências 17 - O Papel do Jornalismo em Tempos Sombrios"
- Pertinências 18 - James McSill
- Pertinências 19 - Alexandra do Carmo
29 de abril de 2018
prima bera
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27 de abril de 2018
primavera todos os dias
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24 de abril de 2018
o próprio tempo muda
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18 de abril de 2018
meditação primaveril
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15 de abril de 2018
até parecer primavera
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13 de abril de 2018
Beijo
Um beijo, uma carícia, uma ternura. Um brilho de sol a reflectir no vidro duma janela como a ver por onde ando. É já andei por tanto lado que não sei se me perdi ou ainda sigo o caminho que me foi desenhado nas estrelas. Soprador de brisas e vertedouro de birras, cruzamento de palavras e trocador de abraços, recordador de sonhos acordado. Qual o meu caminho? Um beijo e terei a resposta.
11 de abril de 2018
gostar de tanto gostar,
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7 de abril de 2018
eu sou-me único
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6 de abril de 2018
meditativo delírio
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4 de abril de 2018
Na cidade parece foi ontem
Imagina que esse mar que está aqui é onde tudo começa e onde tudo termina. Imagina que muita essa água são as lágrimas choradas às escondidas nos dissabores de amores de juventude.
Olha que esses cabelos em desalinho, agora brancos e estilo anos 70, são a gente como a gente era. Esses corpos magros, as barrigas ainda não ganhas e o pneus ganhos com o tempo ainda não eram nem amostra. Vamos sentar em roda e beber umas e outras e falar dos ontens que aconteceram e para termos ideias para amanhãs, recordarmos e sabermos que vivemos, que percorrermos os lugares de ontem e chegamos ao amanhã. Mermão, hoje te recebi uma foto desses tempos, uma foto que tocou fundo no coração. Tinha o zulmarinho, tinha Fané, tinha o biquini azul, tinha, tinha tinha, tantos tinhas que acho até tinha perfume da cidade. Tinha a côr no preto e branco, salpicados por muitos brancos devido ao tempo, espaço entre dois momentos. Deu um toque no coração, uma gota de zulmarinho percorrendo a cara, uma emoção. Mermão, como tu dizes que hojesou eu que pago as loiras, já não bebo mais. Mas só hoje porque as outras serão pagas pela MAGIA da nossa exitência, pela capacidade dos nossos sonhos, pela amizade que nos liga. Te lembra, mermão, que aqui sentados em roda, bebendo umas e outras, não interessa de que é que se vão lembrar de nós, mas sim quem vai se lembrar de nós e o que vamos nós nos lembrar
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3 de abril de 2018
por mares acima
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1 de abril de 2018
Páscoa
A pascoa para uns é a ressurreição de Cristo, para outros touradas, largadas e outras marradas, para outros grandes almoçaradas e outros a oportunidade de comer chocolate em forma de ovo oferecido por um coelho. Para mim é um pretexto de dizer olá aos amigos e sentir no zulmarinho as noticias do meu sul.
26 de março de 2018
por primaveras fora
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23 de março de 2018
Chove, que pena
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22 de março de 2018
Primavera
19 de março de 2018
Num dia do pai
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16 de março de 2018
vivo hoje porque amanhã posso não ter tempo
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14 de março de 2018
Arthemis faz anos.
13 de março de 2018
Chove não tropicalmente
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10 de março de 2018
Eu por aqui à vela
Me deixo levar pelo vento. Faz tempo não me sentia assim como que a levitar levado de rajada em rajada. Se tivesse de calções, noutro ponto geográfico mais a sul e, se eu soubesse escrever, diria qie estava a fazer acumpuntura com os grãos de areia fo deserto. Mas como estou aqui mais a norte, eu levito em meditação de pensamento em pensamento, de recordação em recordação, de memória em memória, como se fosse a mimha primeira vez. Sou feliz assim, mesmo que o vento me arraste pelos cabelos, mesmo que a chuva me encolha a área de acção, mesmo que a força já nao seja a mesma e mesmo que o sonho tenha perdido um pouco da cor.
Me deixo levar pelo vento.
9 de março de 2018
destino
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6 de março de 2018
vento desnorteado
4 de março de 2018
2 de março de 2018
É inverno porém verão dentro de mim.
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28 de fevereiro de 2018
69 - Estórias do sofá - um romance de amor eterno enquanto durar
Não desiste, menina, que a sua estória um dia vai acontecer. A menina vai conhecer o seu par, aquela cara que não vai sair da sua memória, que vai fazer o seu coração bater que nem a própria pressa lhe chega aos calcanhares. A menina vai ver que ele vai olhar para a menina em cada detalhe. Vai-lhe ver como sorri, como encara o dia, como lava os dentes ou penteia o cabelo. Vai ver, menina, que ele vai ouvir a música que tu gosta e depois vai dar um beijo na testa num carregado de carinho. Menina, ele vai fazer rir ao mesmo tempo que lhe vai mostrar que é um desastre na cozinha. Menina, se chover ele segura o guarda-chuva e vai ficar que nem pingo para lhe proteger. Vai ver, menina que tu vai encontrar esse amor que tu pensas já não existe. Não vale chorar agora de amor que não tem pois tu merece um daqueles que parece é cola num incrível vai dar certo quando tu mesmo não parece é de verdade. Não desiste só. Teu coração é nobre, dedicado e se um dia se entregar vai ser num entregar que nem postal com aviso de recepção.
Menina, tu merece amor fechado ao fracasso, indisponível para os altos e baixos, recto que nem a linha do horizonte quando de mão dada olhar o mar no seu lá longe.
Bem, menina, não desliga o botão da vida e faz o teu exercício matinal nem que seja tarde, já noite. Vai na luta, na oportunidade e na escolha, pois vai ter uma cara ali ao lado que vai fazer o tal coração correr que nem parece é teu.
Menina, os romances são eternos enquanto duram.
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