Sanzalando
Rádio Portimão
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Conversas à Mesa
PERTINÊNCIAS - um Programa de Rádio
- Pertinências 1 - Carlos Osório - Roblocks e os seus caminhos
- Pertinências 2 - Diagnóstico Dual - GRATO
- Pertinências 3 - "A Mulher (e as mulheres) segundo Fernando Pessoa"
- Pertinências 4 - Ir a Paris sem sair
- Perinências 5 - Prof. Carlos Fiolhais
- Pertinências 6 - Escritores algarvios
- Pertinências 7 - Equipes de Rua - GRATO
- Pertinências 8 - Rastreio e Prevenção do cancro do colon e recto
- PERTINÊNCIAS 9 - Enredados nas Palavras - Dulce Maria Cardoso
- PERTINÊNCIAS 10 - H(á) Mercado - Brasa Doirada
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- PERTINÊNCIAS 12
- PERTINÊNCIAS 13 - Por Dentro do CHEGA
- Pertinências 14 - Epicuro e Epicurismo Por Gabriela Baião
- Pertinências 15
- Pertinências 16 - As Abelhas
- Pertinências 17 - O Papel do Jornalismo em Tempos Sombrios"
- Pertinências 18 - James McSill
- Pertinências 19 - Alexandra do Carmo
30 de maio de 2018
zulmarinho e eu
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24 de maio de 2018
janela de tempo
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21 de maio de 2018
e vamos fazer mais o quê
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18 de maio de 2018
foi sem querer
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14 de maio de 2018
Eu não sou a minha ansiedade
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12 de maio de 2018
meditação de Primavera profunda e real
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10 de maio de 2018
1 minuto ou quê
8 de maio de 2018
para lá de mim
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5 de maio de 2018
No zulmarinho deitado
Brilhou o sol me desfiando a entrar no zulmarinho e caminhar destino ao sul. Me travei nos intentos e me sentei na areia das mil cores a ver os pensamentos passarem com se estivessem a passar modelos. Vagabundei a ideia, insultei-me de pecados verbais. Deixei-me ficar sentado, transpirei de raiva contida, comi moamba picante, quitetas acabadas de abrir e a barriga continuava vazia. Era so tudo pensamento, nao tinha hidratos nem substancia.
Acordei e parecia croquete de areia.
3 de maio de 2018
ao deus dará
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1 de maio de 2018
Retrato primaveril
Não me levem a mal, comigo é tudo meio sem querer, meio sem jeito e meio feito. Não tenho a intenção de estar distante, nem presente, nem conscientemente neutro. Quando me apercebo já estou longe, há muito tempo sem saber quem sou, para onde vou e muito menos o que faço aqui no meio das letras primaveris. Sou assim desde criança e aprimorei-me com a idade. Chinelos e balalaica, joelhos esfolados e eis-me feliz ao sol.
29 de abril de 2018
prima bera
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27 de abril de 2018
primavera todos os dias
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24 de abril de 2018
o próprio tempo muda
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18 de abril de 2018
meditação primaveril
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15 de abril de 2018
até parecer primavera
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13 de abril de 2018
Beijo
Um beijo, uma carícia, uma ternura. Um brilho de sol a reflectir no vidro duma janela como a ver por onde ando. É já andei por tanto lado que não sei se me perdi ou ainda sigo o caminho que me foi desenhado nas estrelas. Soprador de brisas e vertedouro de birras, cruzamento de palavras e trocador de abraços, recordador de sonhos acordado. Qual o meu caminho? Um beijo e terei a resposta.
11 de abril de 2018
gostar de tanto gostar,
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7 de abril de 2018
eu sou-me único
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6 de abril de 2018
meditativo delírio
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4 de abril de 2018
Na cidade parece foi ontem
Imagina que esse mar que está aqui é onde tudo começa e onde tudo termina. Imagina que muita essa água são as lágrimas choradas às escondidas nos dissabores de amores de juventude.
Olha que esses cabelos em desalinho, agora brancos e estilo anos 70, são a gente como a gente era. Esses corpos magros, as barrigas ainda não ganhas e o pneus ganhos com o tempo ainda não eram nem amostra. Vamos sentar em roda e beber umas e outras e falar dos ontens que aconteceram e para termos ideias para amanhãs, recordarmos e sabermos que vivemos, que percorrermos os lugares de ontem e chegamos ao amanhã. Mermão, hoje te recebi uma foto desses tempos, uma foto que tocou fundo no coração. Tinha o zulmarinho, tinha Fané, tinha o biquini azul, tinha, tinha tinha, tantos tinhas que acho até tinha perfume da cidade. Tinha a côr no preto e branco, salpicados por muitos brancos devido ao tempo, espaço entre dois momentos. Deu um toque no coração, uma gota de zulmarinho percorrendo a cara, uma emoção. Mermão, como tu dizes que hojesou eu que pago as loiras, já não bebo mais. Mas só hoje porque as outras serão pagas pela MAGIA da nossa exitência, pela capacidade dos nossos sonhos, pela amizade que nos liga. Te lembra, mermão, que aqui sentados em roda, bebendo umas e outras, não interessa de que é que se vão lembrar de nós, mas sim quem vai se lembrar de nós e o que vamos nós nos lembrar
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3 de abril de 2018
por mares acima
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1 de abril de 2018
Páscoa
A pascoa para uns é a ressurreição de Cristo, para outros touradas, largadas e outras marradas, para outros grandes almoçaradas e outros a oportunidade de comer chocolate em forma de ovo oferecido por um coelho. Para mim é um pretexto de dizer olá aos amigos e sentir no zulmarinho as noticias do meu sul.
26 de março de 2018
por primaveras fora
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23 de março de 2018
Chove, que pena
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