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17 de novembro de 2013
14 de março de 2009
Sábado, bicicleta e fotos
Me disseram que hoje era sábado e que eu não tinha que pensar. Foi mesmo assim que me falaram e como eu estou no norte do equador e não muito perto do circulo polar artico, mesmo vendo um sol que até parece doutro lugar eu não me vou meter assim na praia feito festas do mar.
Então que agarrei na minha bicicleta que nem carteiro dos antigos e fui fazer quilómetros nas pernas e pedaladas nos insultos aos cães que têm a mania que aquela coisa de duas rodas e um gajo em cima é para trincar. Aí parti feito um campeão de qualquer camisola amarela.
Estava a fazer mesmo os quatro quilómetros no conta voltinhas quando eu não queria acreditar que estava a ler o que estava mesmo lá escrito. Me aproximei e como era a subir custou um pouco mais do que os meus olhos queriam e verifiquei que era mesmo uma verdade verdadeira: apenas por motivos. Apenas isso, por motivos e mais nada. E para reforçar a ideia ele também vai estar close. Penso que deve ser pelo mesmo motivo. Agora eu queria ficar a saber tanto que nem eles… era o que mais faltava, estou certo que foi isso que pensou o autor deste quadro exolicativo.
Na minha ignorância lá fui eu rumo ao quilometro desconhecido, que isto de andar por estradas desconhecidas tem destas coisas da gente se perder e lá se foi o planeamento que nunca é grande coisa.
Mais ao menos no dez encontrei o homem laranja que me deu forças para continuar. A imaginação lhe deu para ali assim como uma receita caseira para as dores musculares que me
poderiam acompanhar depois de me ter perdido tantas outras vezes que hoje não seria nova
admiração. Seria mesmo só uma questão de habituação. Mas na rotunda da Marina lá estava ele, o homem Laranja e a sua simpatia. Lhe conheço faz para aí uns doze anos quando ele ainda parava, antes das obras, perto da fortaleza. Dois dedos de conversa e lá segui rumo à praia do paraíso ou lá onde é que eu fui.
Depois foi o voltar e aí, com uma imperial a servir de combustível. Tinha pedalado uns 45 quilómetros, uma centena de palavras impróprias a canadídeos e aos seus donos proferidas, umas tantas promessas que assim um gajo fica estoirado e coisas e tal. Cheguei e já com vontade de fazer uma outra volta um dia destes.
Então que agarrei na minha bicicleta que nem carteiro dos antigos e fui fazer quilómetros nas pernas e pedaladas nos insultos aos cães que têm a mania que aquela coisa de duas rodas e um gajo em cima é para trincar. Aí parti feito um campeão de qualquer camisola amarela.
Estava a fazer mesmo os quatro quilómetros no conta voltinhas quando eu não queria acreditar que estava a ler o que estava mesmo lá escrito. Me aproximei e como era a subir custou um pouco mais do que os meus olhos queriam e verifiquei que era mesmo uma verdade verdadeira: apenas por motivos. Apenas isso, por motivos e mais nada. E para reforçar a ideia ele também vai estar close. Penso que deve ser pelo mesmo motivo. Agora eu queria ficar a saber tanto que nem eles… era o que mais faltava, estou certo que foi isso que pensou o autor deste quadro exolicativo.Na minha ignorância lá fui eu rumo ao quilometro desconhecido, que isto de andar por estradas desconhecidas tem destas coisas da gente se perder e lá se foi o planeamento que nunca é grande coisa.
Mais ao menos no dez encontrei o homem laranja que me deu forças para continuar. A imaginação lhe deu para ali assim como uma receita caseira para as dores musculares que me
poderiam acompanhar depois de me ter perdido tantas outras vezes que hoje não seria nova
admiração. Seria mesmo só uma questão de habituação. Mas na rotunda da Marina lá estava ele, o homem Laranja e a sua simpatia. Lhe conheço faz para aí uns doze anos quando ele ainda parava, antes das obras, perto da fortaleza. Dois dedos de conversa e lá segui rumo à praia do paraíso ou lá onde é que eu fui.Depois foi o voltar e aí, com uma imperial a servir de combustível. Tinha pedalado uns 45 quilómetros, uma centena de palavras impróprias a canadídeos e aos seus donos proferidas, umas tantas promessas que assim um gajo fica estoirado e coisas e tal. Cheguei e já com vontade de fazer uma outra volta um dia destes.
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