recomeça o futuro sem esquecer o passado
Mostrar mensagens com a etiqueta pensamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pensamentos. Mostrar todas as mensagens

2 de agosto de 2011

Reflexões facebookianas (1)

Ligo o Facebook e me aparece 'em que estás a pensar?'
Com esta familiaridade toda tem momentos que até me apetece responder e quando respondi deu neste conjunto de frases soltas, desconexadas, reflectivas, adjectivas, objectivas ou coisa nenhuma.





A vida é muito curta para esperar que o corrector seque. Risca e continua a escrever - JCCarranca reflectindo porque não tem mais nada que fazer

Não imagino onde me leva o destino, mas não fui eu que escolhi. JCCarranca reflectindo enquanto olha uma bússula


A vida pode surpreender em questão de 1 segundo - JCCarranca reflectindo sobre a falta de tempo quente

 Não me lembre dos meus erros, eles me perseguem o dia todo - JCCarranca reflectindo porque não é tolo





Pensamentos, assim como cabelos, também acordam emaranhados - JCCarranca reflectindo sobre se corta o cabelo ou deixa de pensar


Um dia aprenderei a fechar ciclos e a deixar de dar pontos finais - JCCarranca reflectindo para 'chatear'
Na noite todos os gajos são parvos mas se bebem então não há adjectivos - JCCarranca delirantemente reflectindo


O caminho é longo, eu sei, pelo que temos que ter pernas para andar. Por isso me treino. JCCarranca reflectindo em delírio


Os amores mais bonitos são aqueles que nunca foram usados - JCCarranca reflectindo porque sim


Se me disseres bom dia e eu não te responder, não te admires, sai do meu corpo para me ver por fora. - JCCarranca a reflectir sobre um narciso


Não pretendo ver a glória dos fracos nem a destruição dos fortes - JCCarranca reflectindo revolucionariamente por dá cá qualquer coisa


Basta nascer para começar a sofrer, tudo é impermanente, não te iludas - JCCarranca sem razões para reflectir


A vida é definida pelas oportunidades, talvez as perdidas - JCCarranca reflectindo à toa


Antes de ferir um coração, lembre-se que você pode estar dentro dele - JCCarranca reflectindo sobre coisa nenhuma


Será que eu me lembro que atrás dum olhar está sempre uma pessoa? JCCarranca a reflectir porque sim.


Um coração partido lembra-se de todos os detalhes e de todos os lugares - JCCarranca em dia de reflectir sobre nada em especial


Afinal de contas eu não preciso de certas pessoas. Preciso mesmo é das pessoas certas. - JCCarranca em momento de reflectir sobre nada


A saudade não trás nada de volta e um ar carrancudo não esconde um medo - JCCarranca em dia de reflectir sobre nada


Nem todas as palavras são sinceras, nem todos os sorrisos verdadeiros - JCCarranca em dia de reflectir sobre nada


Disseram-me que o orgulho não me ia levar a lado nenhum e eu respondi, em silêncio, que até era bom, uma vez que não queria sair daqui - JCCarranca em dia de reflectir sobre nada


Primeiro viva a minha vida e só depois terá autoridade para dizer que é errada - JCCarranca em dia de reflectir sobre coisa nenhuma


Quando tudo nos parece dar errado, acontecem coisas boas que não teriam acontecido se tudo tivesse dado certo - JCCarranca em dia de reflectir sobre nada


Ninguém é tão feio como na identidade, tão bonito como no Orkut, tão feliz quanto no Facebook, tão simpático como no Twitter, tão ausente como no Skype, tão ocupado como no MSN e nem tão mal amado como na vida JCCarranca reflectindo para onde estava virado

Sanzalando

5 de abril de 2009

Porque hoje é Domingo virei Guru de Blog

Porque hoje é Domingo e há muita coisa por aqui e por ali que optei por não fazer nada. Maneira de dizer, é claro. Sentei-me e desatei a pensar. Coisa péssima para fazer num Domingo.

Contarei uma história, das de agora ou dum antanho feito memória? Não me apetece porque de momento não se me ocorre nada.

Falarei de política? Nem pensar que já há muito quem o faça, que até fico verde de tanto laranja mesclado em rosa e vice versa.

Verterei lágrimas de nostalgia? Já foram muitas que, hoje Domingo, não me apetece fazê-lo.

Vou pensar vagamente e dou comigo a perguntar-me porque será que os blogs pioram com o tempo. Não sou um auto proclamado guru, mas sei do que falo porque não é primeira nem a quinta vez que leio, sem os piiiis da censura “ o teu blog já não é o que era, está uma merda…”

E com este mote continuo a desvendar linhas de pensamento e verifico que muitos dos meus blogs favoritos, alguns dos meus posts também isso mostram, há medida que o tempo passa vão-se deteriorando, ao ponto de alguns terem-se tornado intragáveis, que nem pago eu já os conseguiria ler. Maneira de dizer é claro, pois pode, em alguns casos, tratar-se de mera impressão, pela repetição de similar leitura. Assim numa maneira de leitura repetitiva, de quase já saber o que vai ser escrito por conhecer ‘bem de mais’ o blogger, conhecer o seu estilo, maneira de pensar, and so on, para dar um colorido linguístico a estas palavras.

Há momentos num blog que gera tranquilidade, fazem-nos sentir em casa umas vezes e, outras, totalmente contrários, sem rumo, numa mescla de estilo pastilha elástica com pneu usado em vias de reciclagem. Lidar com isto é difícil e por muito bem que se escreva, ou se pensa que se escreve, haverá sempre gente que se encanta e outra que dirá cobras e lagartos.

O tempo é o inimigo do blogger, se não for um blog de noticias, porque com o passar do tempo se esgotam as estórias, as Histórias e as memórias dum saber de cor.

Quando o blog começa tem por trás um monte de anos de vivências a serem contados. Este é o motivo principal da criação dum blog.

Penso na nostalgia e lá vai um post, na pena de morte e lá está outro, no telemóvel que não toca, outro, no beijo que não dei, outro. Porém chega um momento em que a totalidade dos teus conhecimentos e ideias já estão expostos no blog e já só tens o dia a dia para te alimentar. E se não vives o dia a dia os teus post reflectem a queda da qualidade.

Afinal parece que sou um guru que esgotada a ideia resolve ‘limitar’ as ideias de outros.

Bom Domingo!


Sanzalando

11 de julho de 2008

filosofia da vida

Para ler com um cafezinho, mesmo eu não sabendo quem é o autor. Agradeço mesmo a quem me mandou.
Abraço paro o ORIENTE
Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que 'sim'.
O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco de maionese. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que 'Sim'.
Logo, o professor pegou numa caixa de areia e vazou-a dentro do frasco.
Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio.
Os alunos responderam-lhe com um 'Sim' retumbante.
O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião.
Quando os risos terminaram, o professor comentou: Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, os amigos, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas.
Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe.
O mesmo ocorre com a vida.
Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia.'
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou:
- Então e o que representa o café?
O professor sorriu e disse: ' Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo.

Sanzalando

16 de junho de 2008

Me sento em palavras

Olha lá, hoje me sento que estou cansado. Vejo o zulmarinho, lhe falo com silabas de olhar e lhe carrego com as minhas lágrimas que não choro.

Tu sabes que eu tenho andado pelos ciclos do tempo, pulando de esperança em esperança, respondendo a cada silêncio e olhando o céu à espera que algo me caía.
Por isso é que estou cansado e me sento.
Tu sabes que para mim mesmo o negro dos mais negros céus será sempre um cinzento bem clarinho, que os ventos ciclónicos que me chegam do mar mais não são que amenas brisas que me despenteiam.
Por isso é que estou cansado e me sento.
Tu sabes que os coices que me dão na alma são pequenas carícias fragmentadas de lição, que os dias mortos de saudade são apenas dias de lembranças.
Tu sabes porque é que eu estou cansado e me sento.








Sanzalando

15 de junho de 2008

Caminhos de letras


Caminho em passos incertos como só se pode caminhar na areia das mil cores que é trazida pelo zulmarinho de desde as suas profundidades interiores.
Numa onda mais rebelde quase que chegas a mim. Olho-te e não me mexo, certo que não me alcanças. Te conheço porque és a minha vida, os meus sonhos, meus pesadelos, minhas lágrimas o gargalhar das minhas gargalhadas.
Digo-te as minhas palavras. As de amor, de paixão, de desejo, de raiva e de angustia, todas as que escrevem a minha vida.
Não te gaguejo nem tropeço nos significados interpretativos, porque sabes que as minhas palavras são as tuas. E eu sei lá quantas mais palavras tenho guardadas para te dar… Calo-as hoje mas te direi num outro dia qualquer como quem tem de palavrear-te para poder ser.
Não te nego que as minhas palavras estão com cores de passado, cheiros de presente e sabores de futuro.
É que as minhas letras querem mesmo é falar.


Sanzalando

12 de junho de 2008

À beira do Zulmarinho


Caminho nos meus passos perdidos ao som do marulhar como quem caminha num sonho, sem noção de tempos nem distâncias. Tropeço, como sempre tropeço na vida, num pensar que me surge assim feito relâmpago sem tempestade. Renovar ou morrer. Não é fácil, nem é impossível, apenas difícil. Ao longo de toda a nossa vida assistimos a mudanças. As fisiológicas nem nos pedem opinião, conselho ou ponto de vista estético, mudam-se mudando-nos. As psíquicas, bem, além de nos custarem são brutas e abruptas. Queremos mudar?
Sei que a intenção é boa, chamam de amadurecimento e coisas e tal. Mas será que queremos mesmo mudar? E porquê?
A resposta óbvia só pode ser uma: Para sermos felizes!
Afinal de contas a mudança é sempre procurada, mesmo que de forma inconsciente, mesmo que a gente sinta aquele medo de mudança, mesmo que a gente tenha a tendência de iludir a insatisfação e a comodidade.
Afinal de contas foi só mais um tropeção à beira do Zulmarinho.

Sanzalando

20 de maio de 2004

pensamentos

Sanzalando em Angola
Carlos Carranca

23-02-2004 18:04 Forum: Conversas de Café

--------------------------------------------------------------------------------

Lição de Sócrates
Se muita gente que nós conhecemos utilizasse esta regra, acreditem, o mundo estaria muito melhor...

Saudações Socráticas

... Na Grécia Antiga, Sócrates detinha uma alta reputação e era muito estimado pelo seu elevado conhecimento. Um dia, um conhecido do grande filósofo aproximou-se dele e disse:
- Sócrates, sabe o que eu acabei de ouvir acerca do seu amigo X?
- Espera um minuto, respondeu Sócrates,
- Antes que me digas alguma coisa, gostaria de te fazer um teste. Chama-se o Teste do Filtro Triplo.
- Filtro Triplo?
- Sim, continuou Sócrates,
- Antes que me fales do meu amigo talvez fosse uma boa ideia parar um momento e filtrar aquilo que vais dizer. Por isso é que eu lhe chamei o Filtro Triplo.
E continuou:
- O primeiro filtro é VERDADE. Tens a certeza absoluta de que aquilo que me vais dizer é perfeitamente verdadeiro?
- Não, disse o homem, o que acontece é que eu ouvi dizer que...
- Então, diz Sócrates, não sabes se é verdade. Passemos ao segundo filtro, que é BONDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo é bom?
- Não, muito pelo contrário...
- Então, continuou Sócrates, queres dizer-me algo mau sobre ele e ainda por cima nem sabes se é ou não verdadeiro. Mas, bem, pode ser que ainda passes o terceiro filtro. O último filtro é UTILIDADE. O que me vais dizer sobre o meu amigo será útil para mim?
- Não, acho que não...
- Bem, concluiu Sócrates, se o que me dirás não é nem bom, nem útil e muito menos verdadeiro, para quê dizer-me?

Usando o Triplo Filtro pouco posso dizer das perpectivas para Angola. Unicamente que tenho um sonho: Os Angolanos vão conseguir.