recomeça o futuro sem esquecer o passado
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21 de setembro de 2021

e continua a dar-me para aqui

Pensar diferente não é querer fazer inimigos. Maturar ideias, recordar vivências, cultivar amizades, contrapor pensamentos, perguntar, ouvir com ouvidos de escutar e depois analisar e votar. Processo natural em democracia. Por mais que eu queira fazer parte dum mundo diferente, deste mundo rodeado de conflitos, a realidade faz com que nos afastemos. Crescemos fora desse mundo embora por mais esforços que façamos ele persegue-nos.
Podemos assumir um deixa andar, um comportamento passivo, em que deixamos andar sem participar e vemos o mundo que nos rodeia a afundar-se, paulatinamente como um envelope a desfazer-se no mar, sendo que dentro dele estava a nossa esperança.
Podemos tomar um comportamento positivo, critico, sem cair em extremos, sem renunciar à nossa condição de cidadão e acreditamos na mudança, verdadeira, de cima abaixo e com pessoas a surpreenderem-nos e a nassa mente pensar, acreditar que afinal pode existir esse tal de mundo novo.
Mas na verdade, até esse dia, que me canso de esperar, permanece a duvida e a desacreditação dos políticos.
Assim, quando se aproxima uma acto eleitoral eu acredito que é desta que o impossível vai acontecer, mesmo sabendo que como impossível que é, nunca chegará. O voto é intransmissível porém o eleito tantas vezes é mutável, esquecido e de fraca memória.


Sanzalando

19 de setembro de 2021

hoje deu-me para aqui

Não nego a existência de uma ideologia na minha linha de pensamento. Não sou quadrado, retângulo ou circulo, área fechada de pensamento. Tenho uma linha e adapto-me à realidade. Não, não sou anarquista no sentido de ser contra tudo e querer deitar tudo abaixo. Simplesmente sou a favor de muito menos leis, obrigatoriedade de as cumprir e cada um é responsável pelo seu não cumprimento. Não vou dizer se sou Marxista, Trotskista, Maoista, I à IV Internacional, da Igreja Social ou Social Democracia. Repito, tenho uma base ideológica que adapto à realidade e manifesto essa minha posição. Não tenho é que estar aqui a explicar-me, juntar-me ou afastar-me de partidos e pessoas que se candidatam. Voto em consciência e quase sempre a pensar, repito, quase sempre, só no mal menor, por falta de quem com clareza e inspiração. Não votar seria uma opção, porém não me revejo a dar a quem vota a minha posição de decidir por mim.
Hoje acordei a pensar em política. A vida activa da minha adolescência, a minha extremada posição de mudar o mundo nem que fosse partir para a revolução armada. A ingenuidade teve o seu tempo, o preço a pagar foi integralmente pago, hoje sou livre para pensar o que penso e assumir a responsabilidade dos meus actos, sem constrangimentos e sem ficar com a sensação de incompleta certeza de ter dito o que tinha que dizer.
Não quero para amanhã um mundo igual ao de hoje nem o quero a pensar do mesmo modo que eu. Não quero é que se dirija qualquer discussão para assuntos de menor importância, de semântica, e tudo o resto seja mais do mesmo.
Os políticos vivem à nossa custa, na base do nosso voto, mesmo que de tempos a tempos haja uma ou outra mudança, que tantas vezes é só pura semântica, pura mudança de nome ou cor. Os políticos de hoje, revendo e extrapolando o passado recente, serão os réus da corrupção de amanhã, porque o sistema político continua a legitimar a continuidade, a pseudo-liberdade de voto esvai-se em fumo após a inserção do voto na urna.
Claro que sou democrata e assim continuarei a ser. Mas continuo sem saber que parte dos meus impostos vão de facto a votos porque tenho em consciência que hoje a ideologia em vigor é a de ser eleito agora e depois logo se verá o que faço, uma vez que tudo está na mão de quem tem realmente o poder...




Sanzalando

25 de setembro de 2020

Como é fácil um homem sonhar e tão difícil pôr uma roda a rodar

Tem tanto mar a nos separar que nem um amor infinito ao zulmarinho é capaz de transpor esta barreira física, esta saudade imensurável. 
Hoje, politicamente correcto, é não falar da política, é não criticar o passado, aquelas manifestações cheias de gente que hoje não é bajulada mas insultada pelas mesmas gentes que as enchiam, é falar alto dos presentes, esquecendo o seu próprio passado presente. Hoje, não quero ser mais politicamente correcto nem quero falar de política. Quero mesmo só sentir saudade e se calhar começar uma qualquer marcha que vá contra todas as ideias sempre julgadas impossíveis. Não quero ser mais politicamente correcto e falar dos diamantes polidos que desapareceram e ficaram os anéis sem valor, incluindo valor moral que deveriam existir nos corpos dos mortos-vivos que falcatruam a verdade da vida e não sabem que por apesar de terem tanto não valem mais por isso. Hoje vou só falar de coisas impossíveis nos antigamentes recentes, nos presentes de agora mesmo. Vou só sonhar num mundo novo que começa daqui a instantes, como se fosse uma nova peça dum teatro chamado vida nova. Como é fácil um homem sonhar e tão difícil pôr uma roda a rodar.


Sanzalando

25 de abril de 2019

25 de abril

Desde madrugada parece melhorou o tempo. Foi na madrugada de 25 que mudou o tempo. E desde esse tempo existe a ladainha boa e a má. Uns que ganharam e outros que perderam. Parece até amor desamando-se. Tem uns que cantam e outros que vêem o tempo passar, dormindo no passado. Tem uns que se floram e dão vivas, outros vestem-se de lágrimas ganhando distância dos dias de hoje. Não tem madrugada de unanimidade. Não tem espelho que mostre com matemáticos cálculos se existe dia mais lindo que a madrugada deste dia ou se foi dia que esqueceu de amanhecer..
Viva o 25 de Abril


Sanzalando

7 de março de 2004

coisas

Sanzalando em Angola
Eu estava trabalhar 19-01-2004 14:12 Forum: Conversas de Café

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Na manhã de 25 de Abril de 1974 estava de serviço no Rádio Clube de Moçâmedes, emissão abria às 7 por isso devo lá ter chegado cerca das 6.45. O locutor que me acompanhava era um outro miúdo de nome Amaral - dois miúdos de serviço. Como sempre tinhamos um rádio que estava ligado á 'Emissora Oficial' ou à Emissora Nacional, nesse dia estava na primeira. Cerca do meio dia, devido às palavras dúbias resolvemos, já não sei se ele se eu, mudar para a Nacional. Como só estava da dar marchas militares e de quando em vez era lido um comunicado que não percebiamos porque não sabiamos o que sepassava, resolvemos agarrar um LP de marchas - de um português que vivia nos EUA, cujo o nome agora não me lembro, e que estava na nossa discoteca e passá-lo na integra. às 14.30, por ordem do Sr. Governador do Distrito a emissão foi encerrada, tendo sido retomada perto das 21.00 horas mas com outra equipe e nós suspensos. Mas a 27 fomos readmitidos.
A 26 apanhei uma grande bebedeira de N´Gola.
Foi ontem?

19 de fevereiro de 2004

as datas da História

Sanzalando em Angola
4 Janeiro de 1961 04-01-2004 11:51 Forum: Conversas de Café

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O Governo de Angola considera, num comunicado divulgado sábado, que consolida-se em todo o país a certeza, segundo a qual, a paz conquistada através do sacrifício de todos os angolanos está firmemente instalada.

O executivo angolano tornou público este comunicado em alusão as comemorações do 43º aniversário do massacre da Baixa de Cassanje, perpetrado pelo regime colonial português a 04 de Janeiro de 1961, contra os camponeses que exigiam melhores condições de trabalho.

"No momento em que assinalamos mais um aniversário do massacre da Baixa de Cassanje, consagrado na lei fundamental como feriado nacional comemorativo aos mártires da repressão colonial, consolida-se em todo o país a certeza de que a paz, conquistada através do sacrifício de todos os angolanos está firmemente instalada", sublinha o comunicado.

Citando o presidente da República na sua última mensagem à Nação, o documento refere que "os angolanos preservam hoje a paz como um dos seus bens mais valiosos o que conseguimos obter até aqui dois anos depois permite-nos olhar para o futuro sem temor. Somos optimistas porque confiamos nas nossas capacidades e potencialidades, porque sabemos que os angolanos são um povo determinado que consegue sempre atingir os objectivos a que se propõe. Foi assim no passado, será assim no futuro..."

O governo afirma que o chefe de Estado Angolano quando falava dos rumos do país para 2004 , deixou claro que muito haverá a fazer, capitalizando ao máximo os ganhos da paz "...o nosso optimismo assenta no trabalho, nasce nos êxitos que fomos capazes de construir , afirma-se na luta diária pela sobrevivência e pela reconstrução do nosso país".

O documento salienta que o país começa assim um novo ano com grandes, urgentes e delicados desafios.

"Este é o momento em que temos muitos motivos para ter esperança no futuro e para acreditar em nós mesmos. Façamos do ano 2004, que ora inicia, o arranque definitivo para um futuro melhor", diz o governo no seu comunicado.

Relativamente a efeméride, o comunicado frisa que a manifestação dos camponeses da Baixa de Cassanje reveste-se hoje de particular importância por eternizar a mentalidade de bravura e de liberdade de milhares de angolanos, que na altura cansados dos maus tratos a que eram submetidos pelos colonialistas portugueses, decidiram se revoltar e clamar por liberdade.

"O sangue vertido como resultado da coragem e bravura, germinou o movimento independentista e anti-colonialista que um mês depois, em 04 de Fevereiro de 1961, assumiu o seu papel libertador que conduziu o povo angolano à conquista da independência no dia 11 de Novembro de 1975", realça o comunicado do executivo angolano.


Desculpem-me qualquer coisa mas já estou na dúvida de datas e de acontecimentos. Alguém me esclarece?

16 de fevereiro de 2004

desvarios (15)

Sanzalando em Angola
Será o mundo a preto e branco? Não Não é!é. 29-11-2003 03:22 Forum: Conversas de Café

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Não é não. O mundo está preto mesmo.
Alguém tem dúvidas que a guerra do Afeganistão tem a haver com oleodutos e quejandos? Alguém tem dúvidas que a guerra do Iraque tem a haver com o petróleo? É o ouro preto que está a comandar o mundo. Alguém tem dúvidas que o mundo 'Ocidental' apresenta o desenvolvimento que apresenta por conta da mão de obra barata de países do '3ºmundo'? Não sou economista, nada sei de macro ou micro economia. Mas começo a ficar preocupado quando vejo Professores de Economia Americanos a darem o alerta. Por acaso alguém já pensou que com o actual 'liberalismo' selvagem que vivemos podemos estar a construir o nosso mundo como um castelo de cartas? E depois como é?
A situação está mesmo preta.
(Munganda não podes extrapolar 'dez' ŽGambés do leste' que conheces com toda uma sociedade. Isso é demasiado fácil.Todos os imigrantes portugueses fizeram fortuna?)
Para quem está a trabalhar já chega por hoje
um café e pago eu

desvarios (14)

Sanzalando em Angola
ai ai 27-11-2003 16:24 Forum: Conversas de Café

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Mudámos de assunto e não de tema. Continuamos em relegião, só que desta feita na relegião económica. Desculpem-me qualauer coisinha mas os Americanos dão qualidade de vida?!?!?!
Chicago - cidade em guerra civil
(Guerra civil = mais de 1000 mortos por ano por arma de fogo)
Nova Iorque - cidade em guerra civil
A Capital é a de maior criminalidade.
Qualidade de vida?
Hitler, Stalin, Mao, Pinochet, Franco, Salazar, não deram qualidade de vida.
Sou de base idiológica marxista, sob educação judaico cristã e olho vivo por paixão. Não acredito no capitalismo porque lhe falta olhar para além do umbigo. Acho, continuo a achar, que dentro de poucos anos voltaremos a bipolaridede. Chamem-lhe como quizerem.
Neste momento os próprios partidos não têm idiologia, quer seja a direita ou a esquerda, acima ou abaixo. Hoje segue-se o chefe. Amanhã muda o chefe e muda-se a maneira de pensar.
Nisto é que o 'mundo' está a perder-se. Pouco importa o dia de amanhã. Esta é a relegião do momento. Talvez por isso o 'velho' PCP, que mantêm a idiologia, se vai mantendo pelos 10%.
Isto é complicado!

15 de fevereiro de 2004

desvarios (9)

Sanzalando em Angola
Resposta a Muganda 15-11-2003 11:44 Forum: Conversas de Café

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É verdade sim senhor que eu disse que gostaria de me encontrar consigo e na mesa nº qualquer de um café termos um debate entre os dois. Motivo, a frieza do teclado pode levar a dizer coisas e a interpretações que não a que queremos de facto dar. E como até temos a felecidade de morar relativamente perto... Independentemente dessa converça, se algum dia ela se der, continuarei aqui, com a liberdade que a minha consciência ditar, a pôr os meus palpites e a verborrar os meus bitaites.
Nunca disse que era esquerdista. Sou eu. Li Marx e Engels, mas também li outros que não esquerdistas. Felizmente eu sou eu, politicamente falando. Desde 1982 que não tenho qualquer actividade política. Já estou a dizer mais do que queria.
Nunca disse que os meus tetras tinham sido bons colonos. Nem o contrário também, diga-se. O que continuo a dizer é que eram colonialistas e foram eles próprios posteriormente colonizados por aqueles que de lá trouxeram fortunas enquanto a família deles trouxe a vontade férrea de reconstruir uma vida digna.
Alguns passos atrás dou o meu 'significado' de MUGANDA'. Melhor elogio?
Outros há que são completamente 'cegos' da existência do antes do 25-04-1974. A si não vejo como tal, vendo-o mais como alguém que como eu quer evoluir no conhecimento. Estamos em lados opstos, é verdade, mas não temos 'odio' nos nossos dizeres. Penso que é assim que a Sanzala crescerá.
Quem paga o café sou eu.

me corrijo

Sanzalando em Angola
corrijo se me permitem 14-11-2003 18:33 Forum: Conversas de Café

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Sr. Imberso

Antes do mais quero esclarecer que:
...
2. Mas nem este site existe para discutir Portugal nem os fios abertos pelo Sr. Carranca se têm proposto a isso
...
Não me lembro de ter criado algum fio. Participo neles com a liberdade que tenho depois de ter sido aceite como membro. Algumas vezes fui 'censurado' e bem, diga-se, por Adelgado.
Repito que estou 'cobardemente' em Portugal porque é assim que eu mesmo me considero e não porque vc ou quem quer que seja mo diga. Tenho a liberdade de pensar de mim o que eu quizer, mas não lhe dou a liberdade de insultar-me.'Sobre a data das eleições ele ainda não as marcou porque o novo presidente da Unita pediu tempo pra reorganizar o partido. Isto está escrito. Leia como eu todos os Jornais de Angola, on-line ou não. ' Já li e reli e não vejo aqui nada que diga que foi o Presidente de Angola que disse. Compreendo que assim possa pensar, mas vc mesmo dá a resposta Afirmou sim este último, que a data que a Unita preferia para as eleições era Outubro de 2005 ...
Será que eu não entendo mais nada?

(p.s. levar outros a responderem por mim, entrar e sair do meu fio inúmeras vezes para ele aumentar o score de muito lido, esse tipo de coisas).
Não Sr Imberso, eu respondo, falo e penso por mim.
Meu nome é João Carlos Frota Carranca, não uso pseudónimos, hetrónimos, nem sou político.
Felizmente para mim a História não tem a duração de 1 ano. Para mim a História encarrega-se de criar heróis e traidores. Não sou ninguém para julgar ninguém. Tenho ideias e exponho-as.
Não estou nada interessado se teve cubanos aos seus calcanhares, como não deve estar interessado se eu militei ou não em algum partido político aqui ou em Angola.
Limito-me a estar nestes fios com um único objectivo que vou repetir pela enésima vez:
quero aprender tudo o que possa sobre o meus país ANGOLA .
AGORA PEÇO QUE NÃO ME OFENDA POR FAVOR.

14 de fevereiro de 2004

independência

independência 09-11-2003 11:07 Forum: Conversas de Café

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Karipande, mais uma vez os meus parabens pelo fio que criaste. Li, reli e só vejo verdade no que escreves. Não sei como pode alguém ver ódio nas tuas palavras.
Amigo Tchifufa, sei das tuas cinco gerações, e pergunto-te que riqueza era a tua? Ser Português de 2º! Lembraste que quanto tiveste que tratar do B.Identidade, já após o 25 de Abril, tinhas uma fila só para ti, mesmo que as outras estivessem vazias? Sabias que até 1965 não podias ter um lugar destacado na Administração Pública? Pergunto-te qual era o nº da população de Moçâmedes? Nota que o Forte também faz parte. Quantos colegas teus negros tinhas na Escola Comercial? É evidente que não quero dizer que concordo na plenitude da forma como a Independência foi efetivada. Houve erros nos anos 1974 - 1975 - portugueses e angolanos, diga-se. Torna-se evidente que Portugal nesse período também viveu momentos de confusão interna, com golpes, contragolpes e inventadas. Isso contribuiu para que lá houvesse repercussão. Lembro-me bem, dumas reuniões em que participei, no quartel do Exército Português, com o MPLA, UNITA e FNLA e o comadante português só dizia 'entendam-se que o que quero é ir-me embora'. A guerra fria estava no auge. As super-potências queriam controlar cada uma de sua maneira, e não era só por aquelas bandas.
É evidente, amigos, que sem quadros não há estrutura que resista. Que quadros superiores tinha Angola? Chegavam para aquela área 14 vezes maior que Portugal? A Unita, o MPLA e a FNLA fizeram tudo o que deviam? Pois não sei responder, mas visto de longe acho que não. Porquê a guerra cívil que se seguiu? Porque é que havia mercenários na Unita e FNLA. Eu conheci o meu ídolo de criança, o Josélito, nessas andanças.Porquê? Havia contas a pagar? Seria apenas a ambição de Poder? Teria o alheamento político e intelectual dos angolanos brancos, já que outros eram muito poucos, contribuído para a bagunça que se viu?
Duma coisa tenho a certeza ANGOLA TINHA QUE SER INDEPENDENTE.
Nunca percebi porque é que havia bailundos em camionetas a ir trabalhar para Porto Alexandre, temporariamente. Quanto ganhavam? Nunca percebi porquê que, tirando a pequena elite africana de Luanda, e talvez também de Benguela, não havia quadros negros na minha terra( Namibe). Alguém se lembra de algum?
ANGOLA TINHA QUE SER INDEPENDENTE