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A Minha Sanzala: Diálogo duma só voz (XXVIII)
recomeça o futuro sem esquecer o passado

17 de julho de 2010

Diálogo duma só voz (XXVIII)

- Olá. Como estás?
- Para não variar, estou bem. Sonho e vivo cada sonho como realidade fosse. Imagino e penso que cada imagem é uma vertente pura da realidade. Uma vez ou outra deixo escapar uma lágrima... porque a vida não é só uma flor, é também capim que arranha as pernas desnudas dum caminhante por vezes desprevenido. Grito, barafusto e gargalho não apenas ao sabor do vento. Portanto, estou bem.
- Me surpreendes hoje... Já fiz fez sol.
- Fez sol e eu não fiz mais nada que não olhar para dentro da vida. Rabisquei rascunhos de sonhos, rasurei imaginações tremulas. Que mais quero eu hoje?
- Não te contradigo nem te chamo parasita porque começo a te entender... tu é que as levas na certa. Cada hora é a tua hora e é certinha que nem um segundo lhe falta.
- ... e foi aqui que decidi que ia parar por uns dias!


Sanzalando

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