Sanzalando
21 de Maio de 2013
queria mas não quero
Sanzalando
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etiquetas: escritos soltos
20 de Maio de 2013
entre pingos
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etiquetas: escritos soltos
19 de Maio de 2013
eu e o alter ego
Hoje deixei o meu alter ego em casa e fui eu mesmo passear perto do zulmarinho. É que tem gente pensa eu sou o santo, eu sou o nostálgico, choramingas e coisas mais assim de levar e lavar com lágrimas. é o outro que escreve as letras que os outros querem ler e não conseguem dizer.
Eu mesmo sou assim que nem eu, defeitos quanto baste, o outro parece ser perfeito que até enerva-me cabelo curto, de rabo de cavalo imaginário é o outro, magro de saudável enquanto o outro é magro de mágoa sofrida na alma.A mim o vazio me incomoda, ao outro o vazio é essência. Eu mereço e procuro a felicidade, o outro canta a tristeza e a dor. Para mim o melhor é dizer piadas porque eu sempre fui uma comédia enquanto o outro e lágrima mesmo que não chorada.
O outro delira que lhe façam a corte enquanto eu, na minha timidez, me escondo nos passeios que me obrigo a fazer de vez em quando, para descansar o alter ego.
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18 de Maio de 2013
sol frio do lado do vento
Sanzalando
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17 de Maio de 2013
chuva conta gotas
Sanzalando
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15 de Maio de 2013
azul tempo
Sanzalando
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14 de Maio de 2013
infinitamente caminho
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13 de Maio de 2013
Desportingamente
Sanzalando
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etiquetas: estórias do antigamente
11 de Maio de 2013
vento em dia de sol
Sanzalando
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10 de Maio de 2013
quando for velhinho
Sanzalando
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9 de Maio de 2013
afinal de contas, estamos vivos
Sanzalando
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8 de Maio de 2013
Tentei pintar-te
Sanzalando
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7 de Maio de 2013
Perdido no areal
Sanzalando
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6 de Maio de 2013
Coisas
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etiquetas: fotogafia
5 de Maio de 2013
Eu, Dia da Mãe e Dia do Pai
Sanzalando
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etiquetas: Dia da Mãe, Dia do pai
António Gedeão para o Dia da Mãe
António Gedeão
e os transportes difíceis.
Não havia comboios, nem automóveis, nem aviões, nem misseis.
Corria branda a noite e a vida era serena.
dos boletins oficiais,
viviam lá na terra, a essa data,
3023 mulheres, das quais
45 por cento eram de tenra idade,
chamando tenra idade
à que vai do berço até à puberdade.
eram senhoras, daquelas senhoras que só havia dantes.
Umas, viúvas, que nunca mais (oh! nunca mais!) tinham sequer sorrido
desde o dia da morte do extremoso marido;
outras, senhoras casadas, mães de filhos
(De resto, as senhoras casadas,
pelas suas próprias condições,
não têm que ser consideradas
nestas considerações.)
eram meninas casadoiras, seriíssimas, discretas,
mas que por temperamento,
ou por outras razões mais ou menos secretas,
não se inclinavam para o casamento.
havia, salvo erro, 32,
que à meiga luz das horas vespertinas
se punham a bordar por detrás das cortinas
espreitando, de revés, quem passava nas ruas.
em prédios baixos como então havia,
um aqui, outro além, mas que todos ficavam
no troço habitual que o meu pai percorria,
tranquilamente no maior sossego, às horas em
que entrava e saía do emprego.
uma fugiu com o criado da lavoura;
5 morreram novas, de bexigas;
outra, que veio a ser grande senhora,
teve as suas fraquezas mas casou-se
e foi condessa por real mercê;
outra suicidou-se
não se sabe porquê.
chama-se Rosinha.
Foi essa que o meu pai levou à igreja.
Foi a minha mãezinha.»
Sanzalando
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etiquetas: Anónio Gedeão, poesia
4 de Maio de 2013
fotografia solta
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etiquetas: fotografia
3 de Maio de 2013
Umas tantas frases perdidas
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 12:44 PM 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
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2 de Maio de 2013
56 - Estórias no Sofá - José Chibante futuro amante
Sanzalando
Publicada por João Carlos Carranca à(s) 11:01 AM 0 comentários Hiperligações para esta mensagem
etiquetas: estórias
1 de Maio de 2013
1º de Maio
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etiquetas: fotografia













































