27 de julho de 2008

revolto-me

Caminho sereno na areia escaldante. Outros pululam de modo que os pés estejam cada vez menos tempo em contacto com a areia. Eu, insensivelmente, me deixo ficar quase até ao fervilhar das ideias no topo contrário.
Caminho sem ais nem uis porém não calado. Revolto-me no caminho dum sentido contrário de voz grossa e certeza na palavras, silêncio reprovado na consciÊncia.
Caminho sereno ouvindo o marulhar dos meus ideais.


Sanzalando

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