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A Minha Sanzala: ternura
recomeça o futuro sem esquecer o passado

3 de abril de 2008

ternura

Hoje me sento e passo a mão pela ternura, enquanto os meus olhos fechados te imaginam.
Todas as carícias nascem com um objectivo – acariciar. Hoje acaricio a ternura. A mesma mão que me limpa as lágrimas, as feridas e as dores de alma hoje passa com ternura pela ternura, num movimento suave duma pétala de flor da primavera que esboça um sorriso de calor no silêncio do amor.
Hoje quero sentir a ternura ser ternurada ao mesmo tempo que ouço o silêncio do gemido.
Hoje me apetece ser meigo como uma gota de chuva que escorre num vidro duma janela do teu quarto.



Sanzalando





JCC5

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WebJCP | Abril 2007