Deixo o meu corpo caminhar sobre uma cidade que inventei.
Perdida no tempo e sem espaço, a minha cidade cresce até onde os meus olhos alcançam. Ela é linda, talvez porque seja feita sob a minha imaginação e eu não gosto de a desperdiçar. Ela é plana porque eu não gosto de caminhar aos altos e baixos, além de que gosto de ver longe, muito longe, sem barreiras.
A minha cidade tem ruas quadriculada e matemáticamente certas. Eu não gostaria de me perder na minha cidade. Gosto de saber por onde ando e por onde posso voltar.
A minha cidade é grande como grande é a imaginação de quem a visitar. Mas é linda, independentemente de quem lhe gostar
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