5 de fevereiro de 2025

memória

Saltitando de pensamento em pensamento vou vagueando feito um tonto perdido sobre mim. É, acho que me perdi. Desencontrei-me de mim e fui por aí ao sabor da memória como se fosse um mar de maré vazia, sabor a sal e quente como tropical fosse. Deixo-me ir. Sou um jovem sem pátria, sem ponto de partida e nem sabe onde fica a chegada. Sigo-me de memória, rastejo ideias, umas rascas e outras aparentemente sérias e perfumadas. Mesmo estas são fachada porque desconsigo viver a memória. Tenho-a, mas isso mesmo, é só memória.


Sanzalando

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