10 de fevereiro de 2025

divagando

Vagueando o olhar por entre o cacimbo da manhã na praia encontro-me mesclado de saudade e esperança. Já tentei parar de olhar e recolher-me a casa, deixando esta não vista para outro dia em que eu a tenha, porém a maresia, o marulhar e a solidão agarram-me como se eu tivesse que estar ali. Se calhar há um qualquer verão que me chama. No âmago da minha existência, no centro do meu querer. Mas quem sou eu para estar aqui, ao cacimbo à espera de quê? 



Sanzalando

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