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A Minha Sanzala: Enroscado de frio
recomeça o futuro sem esquecer o passado

6 de janeiro de 2009

Enroscado de frio


Enroscado de frio me deixo levar por sonhos e sinto as minhas mãos criando túneis sobre ti como se estivesse na praia e brincasse na areia. Sinto-me nas nuvens sentido a tua areia a passar-me por entre os dedos. Desenho letras soltas como que se tatuasse o teu corpo. Sinto o teu calor como que um vulcão me eruptasse por dentro.

Não tenho febre, não sofro de delírios nem maluquei nas últimas horas. É mesmo só vontade de te sonhar como quem sonha uma realidade.

A minha língua se me enrola quando te quero sussurrar algumas palavras que a distância não abafaria nem apagaria, pelo que te emito as ondas do meu pensamento como quem reza em silêncio.

Enroscado no frio navego-me nas ondas dos sonhos sonhados acordado como quem vê um filme de imaginação.



Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007