Está silêncio. Um branco silêncio. Acho mesmo foi o frio que calou o silêncio.
Se respiro doi quando o frio entra, se não lhe faço, fico roxo.
Dilemei-me com o que vou fazer mas respiro sem me ralar mais com o frio, desde que não me cinzente a alma, o cérebro e a vontade de ser cada vez mais novo. Mas entre o desaparecer na coberta duma mantilha e o respirar geladamente, eu prefiro este lado negro do inverno.
Sanzalando
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