Me sento sobre esta pedra e observo o zulmarinho no seu vai e vai se espraiando na areia.
Me deixo embalar e, de pensamento em pensamento, concluo que a minha vida é uma pintura onde se notam as pinceladas que põem a nu a minha estória e os meus amores.
Olho com olhos de ver esse quadro e vejo que há espaços escondidos em mim que nem eu nos meus sonhos sonharia ter, estórias de rua sombreada num arco-íris de essências e desejos.
Reolho e observo traços hesitantes entrecortados por certezas como se fossem palavras ditas na afirmação.
O zulmarinho me embriagou mais uma vez.
Me deixo embalar e, de pensamento em pensamento, concluo que a minha vida é uma pintura onde se notam as pinceladas que põem a nu a minha estória e os meus amores.
Olho com olhos de ver esse quadro e vejo que há espaços escondidos em mim que nem eu nos meus sonhos sonharia ter, estórias de rua sombreada num arco-íris de essências e desejos.
Reolho e observo traços hesitantes entrecortados por certezas como se fossem palavras ditas na afirmação.
O zulmarinho me embriagou mais uma vez.
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