Meus ossos se secam assim como determinadas curvas do meu corpo se pronunciam num apagamento doutras. Parece que me encerro dentro de mim num caminhar até à destruição que vai acontecer um dia que eu espero seja bem lá para tarde. Mas a verdade é que me morro e eu sei. Como sei as muitas coisas que poderão ficar por fazer, as muitas coisas a corrigir e as outras tantas que não têm mesmo mais hipóteses.
Mas afinal de contas o tempo me come e eu estou contente.
Mas afinal de contas o tempo me come e eu estou contente.
Sanzalando
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