10 de junho de 2014

amor

«Por mares nunca dantes navegados...» É o teu dia pá. Quase que eu ia ficar em silêncio mas a «ferida que dói e não se sente» foi mais forte e lá vim eu ainda ofegante, da correria, arrumar umas palavras que dessem sentido ao que sinto e tu tão bem soubeste escrever.
Tentei em verso e apaguei. Tentei em prosa e rasurei e quase em silêncio murmurei:
Sou um pouco de ti no meu corpo, um olhar dos teus olhos e um beijo dos teus lábios. Eu sou eu feito de ti, sombra minha que te segue.


Sanzalando

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