1 de setembro de 2014

azul

Ia eu a passar por mim quando reparei que sorria e me indaguei como é que é possível sorrir assim e por nada.
Olhei o mar e lá estava ele azul como sempre. Olhei o céu e lá estava ele azul como tantas vezes. Olhei para o chão e lá estava ele a me segurar como quase sempre, mesmo não sendo azul.
Assim num repente dou comigo a dizer-me que estava apaixonado. Norte, sul este e oeste, bem orientado no tempo e no espaço. Passeio o cão e rego as flores. Só pode ser paixão. Ou novos tempos. Melhor: ambos!

Sanzalando

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