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A Minha Sanzala: deambulando no tempo
recomeça o futuro sem esquecer o passado

4 de dezembro de 2012

deambulando no tempo

Deambulando pelas esquinas da minha vida, pelos precipícios instáveis por onde andei, recordando cada rosto sem rugas porque o tempo parou num tempo que não sei, eu sei que tudo pode acontecer. Deixando o tempo progredir lentamente outras esquinas, outros precipícios, outros rostos mais enrugados porque o tempo os enrugou, eu sei que tudo pode acontecer.
Hoje, parado no tempo, eu queria que alguma coisa fosse estável na minha vida, que as palavras que digo fossem repetidas como eu as digo, que  os meus olhos transmitissem em directo a emissão da minha alma e que cada curva da minha vida fosse linear.
Deambulando pelo tempo eu quero ter tempo para corrigir erros.


Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007