Caminho por este Outono incerto como quem procura a saída, uma porta para poder falar-te, um holograma onde me apareças sem nuvens, ventos ou rachando-me de frio. Deambulo neste labirinto de cores cinzas e dourados, fugindo das sombras falsas, das recordações que se tornaram pesadelos, das feridas cicatrizadas no vazio da alma. Caminho procurando não me perder num vagar, não me dobrar numa dor nem lacrimejar por fraqueza.Sanzalando
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