É uma manhã linda de Outono. Acordei com o barulho da chuva a me bater nos vidros e como a querer dizer que eram horas deu olhar o dia que acabada de acordar também. O horizonte tinha uma cor suave, melancólica, doce com sabor a desconhecido, frágil e molhado. Desenrosquei-me do meu casulo e esvoacei como uma borboleta com o olhar, leve, sereno e silenciosamente. O arco íris que não existia era azul, dizia-me o cantor no rádio, as árvores dançavam ao som da brisa que atirava a chuva contra a minha janela.
Era apenas uma manhã linda de Outono em que mais uma vez não fui para oo meu banco de jardim percorrer o mundo do faz de conta.
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