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A Minha Sanzala: silenciosamente
recomeça o futuro sem esquecer o passado

9 de março de 2010

silenciosamente

Deixa estar o silêncio, deixa-me ouvir esta surda dor que vem dali dos lados do coração. Sente-la? É demais para ti se mal sabes que eu existo neste canto rodeado de silêncios. Acelara-me o coração, ouço violinos, guitarras, arpas e outros instrumentos duma qualquer orquestra inexistente, só porque atrás do silêncio parecia-me ter-te visto a acenar-me. Como sempre, quando te encontro, estás de saída, não me vês porque não me olhas num propósito que um dia te poderá sair caro. Mas não quebro o silêncio para te chamar, para te implorar para te rogar. Chamarão por isto amor, eu diria doença.

Sofro-te, mas silenciosamente!


Sanzalando

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