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22 de janeiro de 2012
21 de janeiro de 2012
Reflexões facebookianas (15)
Às vezes tenho a sensação que nada faz sentido. JCCarranca reflectindo enquanto conduz em sentido contrário
As crianças de hoje têm tecnologia, nós tivemos infância. JCCarranca reflectindo na sua maturidade mental
Às vezes preciso que alguém me mostre o lado bom da vida. JCCarranca reflectindo enquanto limpa os óculos
As únicas coisas que realmente ainda são eternas, são as lembranças que ainda tenho. JCCarranca reflectindo enquanto procura o carro
Afogar as mágoas é bom, mas afogar quem as causou é muito melhor. JCCarranca reflectindo num momento de descontracção
Quando a gente quer mesmo, quando passa realmente a acreditar, tudo se torna possível. JCCarranca reflectindo porque ainda acredita no pai natal
De uma forma ou de outra existe uma pitada de graça em cada dia. JCCarranca reflectindo enquanto bebe um café
Serei feliz, nem que seja acidentalmente. JCCarranca reflectindo enquanto desliga a TV
Bipolar é o amor que nos faz sorrir e nos faz chorar. JCCarranca reflectindo enquanto procura por um busca-polos
Tudo serias mais fácil se soubéssemos o porquê. JCCarranca reflectindo sobre a ignorância
Eu queria tanto estar noutro lugar. JCCarranca reflectindo sobre a falta de espaço
Pouco tempo quanto tempo é? JCCarranca reflectindo porque não tem tempo para tanto
A imaginação é a minha primeira fonte de felicidade. JCCarranca reflectindo porque quando está triste deixa de estar.
Sanzalando
As crianças de hoje têm tecnologia, nós tivemos infância. JCCarranca reflectindo na sua maturidade mental
Às vezes preciso que alguém me mostre o lado bom da vida. JCCarranca reflectindo enquanto limpa os óculos
As únicas coisas que realmente ainda são eternas, são as lembranças que ainda tenho. JCCarranca reflectindo enquanto procura o carro
Afogar as mágoas é bom, mas afogar quem as causou é muito melhor. JCCarranca reflectindo num momento de descontracção
Quando a gente quer mesmo, quando passa realmente a acreditar, tudo se torna possível. JCCarranca reflectindo porque ainda acredita no pai natal
De uma forma ou de outra existe uma pitada de graça em cada dia. JCCarranca reflectindo enquanto bebe um café
Serei feliz, nem que seja acidentalmente. JCCarranca reflectindo enquanto desliga a TV
Bipolar é o amor que nos faz sorrir e nos faz chorar. JCCarranca reflectindo enquanto procura por um busca-polos
Tudo serias mais fácil se soubéssemos o porquê. JCCarranca reflectindo sobre a ignorância
Eu queria tanto estar noutro lugar. JCCarranca reflectindo sobre a falta de espaço
Pouco tempo quanto tempo é? JCCarranca reflectindo porque não tem tempo para tanto
A imaginação é a minha primeira fonte de felicidade. JCCarranca reflectindo porque quando está triste deixa de estar.
Sanzalando
20 de janeiro de 2012
Divagando
Não vou desistir de sonhar só porque há gente que não acredita em sonhos.
foto de Eric Lafforgue no Flickr.
Sanzalando
foto de Eric Lafforgue no Flickr.
Sanzalando
19 de janeiro de 2012
repouso-me de ti
Sentado repouso numa esplanada da vida. Bebo um café como que para me aquece ou mesmo apenas para ter como que me entreter. Perfume perfeito brota da chávena e eu pensativamente me deleito num ar de quem sabe o que faz.Mas o que me trouxe aqui nem foi o calor da esplanada, nem o perfume e nem o café. Foram apenas simples memórias que me fizeram vaguear à procura do lugar onde moras mesmo não sabendo quem és, mesmo que os meus olhos opacos me façam ver-te apenas de lembrança e numa memória antiga fico a pensar se tu sabes que eu penso tanto em ti.
Atrás da tua imagem corri mundo, desenhei mapas em letras soltas, viajei em aviões de papel e em garrafas mandei mensagens. Por tua imagem ouvi palavras doces, outras amargas, outras gritadas e outras escritas em lágrimas de sangue. Pela tua imagem sonhei acordado sonhos de embalar e chorei pesadelos de sobressaltar.
Aqui, sentado, saboreando o perfume dum café dou comigo a repousar-me de ti.
Sanzalando
18 de janeiro de 2012
encruzilhada solitária
Vou deambulando ideias atrás de pensamentos e recordações. Me deixo embalar e depois não sei onde terminou a realidade e começou a minha imaginação. Tás a ver, assim como eu te ter reencontrado quando nada fazia prever, num achar que nos iríamos encaixar num perfeitamente perfeito par. Essa ideia foi crescendo, esse amor ultrapassou tantos limites que se tornou ilimitado. Me esqueci teus defeitos, tuas irritantes manias de grandezas subtis e andares gingão entre brigas de mentiras e verdades banais. Hoje não sei onde estou, se na realidade se na ficção porque não consigo apagar da memória o tanto que temos para construir, planos amarrotados, inclinados e quem sabe se talvez rabiscados em folhas de papel inexistentes.
Hoje dói só de pensar que nada projectado se tornou vida, que a saudade teve que ser reprimida, que os abraços tiveram que ser adiados.
Mais logo sorrio quando, antes de adormecer o meu pensamento for dirigido a ti.
Hoje dói porque não consigo preencher este espaço vazio que me assombra e que nem a lembrança do teu perfume faz apaziguar.
Mais logo sorrio quando me lembrar da tua sombra num dia de sol.
Se calhar doía se eu estivesse contigo, mas a certeza é que dói se não estou. Gritando ou em silencio, aos insultos ou aos beijos, abraçados ou empurrando eu só queria estar do teu lado, viver a tua vida e me deixar embalar na tua música.
Hoje dói ser fantasma de mim, ser personagem principal duma estória que não escrevi.
Logo sorrio quando lhe inventar um final feliz.
Sanzalando
17 de janeiro de 2012
16 de janeiro de 2012
sorrio por amor, ou não
Sorrio para não morrer de amores.
Sanzalando
Me contaram, faz tempo, uma estória onde o amor não era derrotado nem por espadas, canhões ou outras armas de destruição passiva. Só o sofrimento matava o amor, tornava-o vazio, solitário e quem sabe azedo. Nessa estória, os soldados sorridentes venciam corpos invisíveis carregados de nada, olhares cegos, faces sem mímica. Os derrotados caiam num ápice porque não sabiam a força que o amor pode ter.
Pouco mais me lembro da estória e parei para ver, se a minha estória, tinha algo de comum. Não venci a guerra mas não sofri de amor.
Digo eu, porque sorrio.
Sanzalando
15 de janeiro de 2012
14 de janeiro de 2012
queria
Eu queria protestar, gritar e insultar em vez de ficar triste. Sair partindo a loiça em vez de esconder as lágrimas. Eu queria usar as palavras como se tivessem uma lamina.
Eu queria, mas esse não ia ser eu e as ondas do mar se deitariam como se dum lago elas fossem.
Eu queria, mas a minha explosão é apenas de palavras transparentes escritas num vidro e guardadas na memória.
Eu queria, mas sem deixar de ser eu e isso eu sei é impossível.
Um dia, mais cedo ou mais tarde, eu conseguirei caminhar direito sem ter tido necessidade de mudar o eu.
Eu queria fechar os olhos e continuar a ver o que eu gostaria de ver.
Um dia eu vou conseguir ver, de olhos abertos ou fechados.
Sanzalando
13 de janeiro de 2012
último capítulo do livro que não escrevi
Era Janeiro. Só podia ser em Janeiro. Porque é que não aconteceu noutro mês? Mas não, foi hoje e que é que eu podia fazer mais?
Faz mais coisa menos coisa, para não ter precisão de relógio Suíço, 30 anos que trocámos as últimas palavras. Claro que aqui também tem imprecisão. Podia dar a ideia que tinha havido diálogo. Mas foi só mesmo uma pessoa a falar, como que a fazer um ponto final num sonho lindo que parecia estava a começar de continuar desde lá de muito longe, quando o biquini era azul, o guarda sol era laranja e a praia tinha pica-pica.
A vida foi correndo no seu sobe e desce de cada um, sem cruzamentos, entroncamentos e outras coincidências desejadas.
Hoje, motivos profissionais me fizeram estar a cinco, dois, um metro. Por duas vezes reparei que me olhava. Acho fui medido de alto abaixo e largura também. Os adjectivos pensados não sei nem lhes consigo imaginar.
Mas eu lhe vi e me passaram pela cabeça uns quantos fotogramas de memórias e fervilharam os pensamentos num que vou fazer agora?!
Rapidamente decidi que lhe ia dizer olá. Não mata, não ofende e só pode ter troco de silêncio.
Mas ali resolvi improvisar e lhe perguntei se podia cumprimentar.
Me olhou, acho sorriu, e me respondeu que não me conhecia.
Pensei 30 anos me mudaram e afinal ela quando me olhou estava a pensar que vagamente podia conhecer mas sem se lembrar de onde. O tempo muda a gente e apaga lembranças.
Soletradamente lhe disse o meu nome.
Me respondeu outra vez, sorrindo, não conheço, não cumprimento estranhos.
Fui no meu sótão de pensamentos descobrir o que fazer naquele momento. Acho colei um sorriso na cara, se é que tinha algum disponível de momento, e lhe disse desculpe-me o atrevimento, enquanto a vi partir num rápido virar-me de costas, sem eu saber se ela sorria ou não.
Especado, olhando e sorrindo feito parvo, vi que tinha sido varrido duma memória dum livro que não tive tempo de escrever.
Sanzalando
12 de janeiro de 2012
11 de janeiro de 2012
Reflexões facebookianas (14)
Acabei de me fazer perguntas. Tenho medo das minhas respostas. JCCarranca reflectindo porque reflecte tanto
Se eu fosse o tempo eu fugia deste mundo. JCCarranca reflectindo enquanto olha para o relógio
O passado é uma lição para reflectir, não para repetir. JCCarranca reflectindo enquanto está sol de inverno
Eu não me esqueci, só acho que não vale a pena relembrar. JCCarranca reflectindo sobre o que fazer amanhã
A saudade é invariável - rasga, machuca e dói sem parar. JCCarranca reflectindo enquanto procura um livro para ler
Será que eu prefiro tentar voar ou apenas ver os pássaros voarem? JCCarranca reflectindo enquanto saboreia a nostalgia
Me importo menos e vivo mais. JCCarranca reflectindo enquanto olha o mar bravo
Às vezes a vida é dura, outras não dura nada. JCCarranca reflectindo enquanto ouve as notícias
Eu posso ter muitos defeitos, mas sei dar a mão a um amigo quando ele mais precisa. JCCarranca reflectindo enquanto olha para a televisão
Eu sonho tanto, amor, que quase acordo ao teu lado. JCCarranca reflectindo em noite de insónia
A minha graça é poder saber que me procuro e é saber que tem alguém que tenta me descobrir. JCCarranca reflectindo enquanto não atente uma chamada não identificada no telemóvel
Não importa o que veio, não importa o que foi. Mas devia de haver um intervalo entre um ano e outro. JCCarranca reflectindo sobre o trabalho
Sanzalando
Se eu fosse o tempo eu fugia deste mundo. JCCarranca reflectindo enquanto olha para o relógio
O passado é uma lição para reflectir, não para repetir. JCCarranca reflectindo enquanto está sol de inverno
Eu não me esqueci, só acho que não vale a pena relembrar. JCCarranca reflectindo sobre o que fazer amanhã
A saudade é invariável - rasga, machuca e dói sem parar. JCCarranca reflectindo enquanto procura um livro para ler
Será que eu prefiro tentar voar ou apenas ver os pássaros voarem? JCCarranca reflectindo enquanto saboreia a nostalgia
Me importo menos e vivo mais. JCCarranca reflectindo enquanto olha o mar bravo
Às vezes a vida é dura, outras não dura nada. JCCarranca reflectindo enquanto ouve as notícias
Eu posso ter muitos defeitos, mas sei dar a mão a um amigo quando ele mais precisa. JCCarranca reflectindo enquanto olha para a televisão
Eu sonho tanto, amor, que quase acordo ao teu lado. JCCarranca reflectindo em noite de insónia
A minha graça é poder saber que me procuro e é saber que tem alguém que tenta me descobrir. JCCarranca reflectindo enquanto não atente uma chamada não identificada no telemóvel
Não importa o que veio, não importa o que foi. Mas devia de haver um intervalo entre um ano e outro. JCCarranca reflectindo sobre o trabalho
Sanzalando
10 de janeiro de 2012
um filme de memória
Deixo as imagens correrem no meu cérebro. Faz conta estou a fazer um filme de memórias. Lembro nomes, caras, situações e outras coisas tantas que podem ter acontecido ou não. Me lembro apenas e não releio as legendas. Na verdade estou preocupado porque posso acabar-me num instante e não ter vivido o tempo necessário para fazer todos os filmes que eu queria ver.
Fujo de tumultos, me embrulho nos silêncios que quero ouvir e me enrosco na solidão para ter uma imagens mais nítidas deste filme.
O teu sorriso me pareceu de Mona Lisa. A tua ausência se assemelha a uma madrugada de nevoeiro. O teu silêncio lembra-me simplesmente tu porque sempre foi esse o teu diálogo comigo.
E as imagens correm no meu cérebro como um filme que faço de memória, usando as ruas que percorri para te conhecer, as pessoas com quem falei e algumas com quem cresci.
Um dia, se tiver tempo porei as legendas para quando a memória falhar eu ir soletrando nome por nome num fim de dia em cada lugar.
Sanzalando
9 de janeiro de 2012
Janeiro
Deitado na areia, aproveitando o sol de inverno, me deixo embalar em imagens de memória que imagino estejam do outro lado de lá da linha horizontalmente curva que vejo desde aqui.
É preciso fechar os olhos para ver algumas verdades.
Faz tempo que Janeiro, qualquer Janeiro, me fecha portas e me perco em encruzilhadas e labirintos imaginados da real vida.
Aproveitando o sol de inverno, deitado na areia, quebro-me, desfaço-me, deixo doer-me a alma e tento apagar este Janeiro de modo que não seja um igual a aos outros tantos que me lembro assim num sem esforço. Janeiro deve ser mês de dívida da vida porque sempre lhe pago caro, sufocantemente caro.
Janeiro, deitado numa ravina, não me fazia falta nenhuma hoje.
Sanzalando
8 de janeiro de 2012
7 de janeiro de 2012
enlouquei
Enlouquei. Só póde. Deve estar a precisar tomar remédio e em dose dupla. Não percebi que o tempo passou e que eu não mudei. Agora não adianta, já não tem lutas capazes de cortar a rotina e de parar o tempo que me falta para recuperar a mudança que eu devia ter feito.
Enlouquei e já não encontro mais as palavras que definam os sentimentos que deixei o tempo amarelecer. Eu pensava, qual adolescente, que a imortalidade era a minha sina. E o tempo passou e eu não lhe acompanhei e mesmo sendo esta uma verdade verdadeira eu ainda preciso de aventuras que me façam crescer.
Enlouquei e esqueci a minha estória futura, a certeza das palavras escritas num amanhã adivinhando o futuro, as pessoas novas que conhecerei, os sentimentos novos que sentirei ou simplesmente o orgulho de ser eu nesse presente futurado.
Enlouquei e passei a pensar duas vezes antes de me aventurar, antes de medos e incertezas me afundarem em dúvidas e me apagarem os sonhos que tão delicadamente sonhei.
Enlouquei
Sanzalando
6 de janeiro de 2012
tropecei numa ideia
Tropecei numa ideia e ela teima em não me largar. è chamada a ideia fixa. Faz horas que está para ali colada num canto do pensamento com um piscar de alerta a me recordar a sua presença. Tanto tempo tem passado, faz conta o tempo é água dum rio sobre uma ponte, que eu não sei quantas vezes prometi que no início do ano isto e aquilo. Esta ideia acho vem ano após ano me rasteirar num atraiçoado momento de distracção.
Por ela já gargalhei, chorei, voei, corri, sofri, amei, briguei e aprendi mil coisas que nunca tinha nem sonhado. Por ela adiei-me vezes sem conta me esquecendo que eu vivo.
Hoje, num repente, ela me tropeçou num foi de propósito, quase de certeza. Doeu num magoar de sem fim.
Hoje, tropecei na ideia de voar até no lugar onde ficou a placenta que me agarrava na minha mãe antes de eu ser gente que sou.
Hoje tropecei no acto que nasci.
Hoje entrei na minha realidade.
Sanzalando
5 de janeiro de 2012
vagueando palavras soltas
Vagueando nas imagens da memória, meio a dormir meio acordado e, se ainda sobrasse alguma outra parte, estaria assim numa de ar a ver de cima, que afinal o mundo não é cor de rosa nem tem cores berrantemente garridas. O mundo é cinzento, preto e branco ou num outro caso particular é preto puro. Escuro de ser noite a qualquer hora do dia. É, me olho à volta e vejo quÊ? Nada. Isolamento total.
Ser humano é bicho difícil de entender. Eu te entendo, dizem-nos. Mentira. Entendem nada, é mesmo maneira de dizer cala a boca e não me xateia e assim a gente olha à volta e reconhece o silêncio de companhia.
A dor vai passar. Vai quando? Tem dor de década que ainda não passou. Abrandar pode ser que sim, mas passar num tem maneira de dar fim nessa dor de saudade que nem abraço melhora.
Vagueando me termino sem saber o que é amor, essa coisa que a gente sente mais quando nos tiram num arrancar de violência.
4 de janeiro de 2012
soprando poeiras
Desviado do mundo, apaticamente vagabundeando pensamentos por ruas e vielas duma vida de memórias ou becos sem saída, subidas de cortar a respiração, travessas e cruzamentos não assinalados sei que dói. Sei que é horrível. Mas se parece que não aguento, aqui estou me aguentando num aparente explodir interior e numa serenidade exterior que não se revê em fumo ou explosões. Mas na verdade apetecia-me abrir um qualquer fecho e sair do meu corpo num deambular invisível por aí, até encontrar um lugar sereno para repousar.
Mas sendo impossível, me deixo por aqui, desviado do mundo, vagabundeando pensamentos e soprando poeiras das memórias que a memória ainda não me atraiçoa. Um dia eu vou dar certo e de certeza vou sorrir a doce gargalhada de gente feliz sem lágrimas.
Sanzalando
3 de janeiro de 2012
2 de janeiro de 2012
nós desatados
Olho o teclado como quem procura palavras para escrever.
Recordo tantas páginas escritas, muitas delas em tinta de lágrima, outras em gargalhadas forçadas e outras poucas verdadeiramente felizes. Recordo estórias, a minha estória ou História com cabeça tronco e vida. Mas porque quererei eu fazer um balanço? A minha vida foi um balancé em que completei com nós. É verdade. Uns dias optimista, outros não, outros assim e outros sei lá. São nós, os dias da minha vida. Plural de nó, baraço embaraçado, complicado, difícil de desfazer , às vezes com defeito. Porque então quero eu fazer um balanço? Por ser moda ou eu dar importância a insignificâncias?
Teria tantos retratos para mudar, tantas palavras para apagar e tantos sorrisos para sorrir, se eu estivesse interessado em fazer um balanço.
Olhando bem para o teclado decido: vou plantar fé para ver se colho alguma coisa de jeito num dia qualquer. Tudo junto, bem misturado, desisto deste balanço e contemplo alguns nós que deixei por desatar.
Sanzalando
1 de janeiro de 2012
Reflexões facebookianas (13)
Sinto que os dias passam mais rápido. Sinto que cada vez sou mais lento. Sinto que cada vez preciso de mais tempo. Sinto-me cada vez mais contrário ao recomeço. JCCarranca reflectindo enquanto sente capacidade para isso.
O amanhã de ontem foi à pouco. JCCarranca reflectindo enquanto acerta o relógio
Das palavras, eu gosto. Odeio as promessas vãs feitas através delas. JCCarranca reflectindo enquanto vai arquivando papeis
O amor não vem embrulhado em papel de presente. JCCarranca reflectindo enquanto limpa a casa
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos. JCCarranca reflectindo enquanto espera que alguém atenda o telefone do outro lado
Cantarei, beberei, gritarei, beijarei e amanhã quando amanhecer direi que tudo voltou ao normal. JCCarranca reflectindo enquanto se prepara para ver algures as horas a passarem
Queres um concelho ? N-U-N-C-A desiludas alguém que seria capaz de dar a vida por ti. JCCarranca reflectindo sobre os 365 dias que faltam para terminar o ano
Sanzalando
O amanhã de ontem foi à pouco. JCCarranca reflectindo enquanto acerta o relógio
Das palavras, eu gosto. Odeio as promessas vãs feitas através delas. JCCarranca reflectindo enquanto vai arquivando papeis
O amor não vem embrulhado em papel de presente. JCCarranca reflectindo enquanto limpa a casa
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos. JCCarranca reflectindo enquanto espera que alguém atenda o telefone do outro lado
Cantarei, beberei, gritarei, beijarei e amanhã quando amanhecer direi que tudo voltou ao normal. JCCarranca reflectindo enquanto se prepara para ver algures as horas a passarem
Queres um concelho ? N-U-N-C-A desiludas alguém que seria capaz de dar a vida por ti. JCCarranca reflectindo sobre os 365 dias que faltam para terminar o ano
Sanzalando
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