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A Minha Sanzala: As palavras do silêncio
recomeça o futuro sem esquecer o passado

16 de julho de 2007

As palavras do silêncio

Me sento por aqui e me banho nos raios de sol. O marulhar do zulmarinho me embala em navegações, viagens carregadas de magia, lágrimas de futuro, sorrisos de cores claras e gargalhadas de cores garridas. Me deixo levar na escada das palavras que falo. Juntas poderão ter sentido, soltas têm-no de certeza uma vez que são palavras que saem da alma e sem filtros.
Te falo as minhas palavras, te carrego das minhas emoções e juntos vagueamos ao sabor da brisa que vem desde lá do depois da linha recta que é curva.
Olha mesmo que eu te digo que a vida é assim como uma garrafa de bom vinho. Alguns se limitam a olhar e ler o rótulo enquanto outros preferem provar e saborear o seu conteúdo, enquanto outros mais vertem-no dentro do corpo sem darem tempo à degustação.
Também de te digo que essa mesma vida é assim que nem uma flor. Se pode fazer uma conferência sobre ela, se pode fazer poemas sobre ela, parábolas e canções. Mas também se pode olhar a flor, sorrir para ela e nada dizer.
Assim mais ou menos que nem eu: provo o vinho, olho a flor e me calo no silencio das palavras que te digo.

Sanzalando

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