Me sento na beira do zulmarinho para ouvir o meu silêncio através das palavras que te digo. Se lhe olho bem, lhe vejo que tem cor de violeta com rasgos de azul celeste. Se lhe toco, lhe sinto o aveludado macio do sonho da noite passada de outras luas.
O meu silêncio não é escuro porque lhe ilumina a saudade de ti e ele não tem o significado de saudade cinzenta ou negra porque onde quer que eu esteja tu estás comigo.
Tu fazes parte do meu silêncio assim como das minhas palavras.
Sanzalando
Rádio Portimão
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Viva Carlos:
ResponderEliminarCompreendo meu bom amigo.
Um abraço,
Um silêncio que fala. Expressa-se.
ResponderEliminarConsegue fazer-se ouvir e entender...
Um silêncio representado em poucas palavras que vive, quando... entendido.
Perfeito!
Eu entendo-o.
Abraço com estima
pena