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A Minha Sanzala: Eu e a Solidão
recomeça o futuro sem esquecer o passado

11 de julho de 2007

Eu e a Solidão

Sentado no meu canto, olho o mundo como quem está de guarda, vigilante porem calado para não perder pitada do que vê.
Deixaste a janela entreaberta o suficiente para que a luz te colasse no corpo um vestido de sombras, construísse um caminho por onde eu possa percorrer com as minhas mãos num trânsito suave de carícias, rotas para um beijo.
Sei que estou só. Dormes profundamente para me deixares na solidão. Eu e a tua silhueta. Eu e o desejo. Eu e o teu respirar de sono profundo.
Sentado no meu canto, olho-te. Calado para te ouvir, se calhar até fecho os olhos para te ver melhor na concentração da imagem gravada.
Sentado no meu canto, eu e a solidão.
Até quando?


Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007