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A Minha Sanzala: Pesadelo
recomeça o futuro sem esquecer o passado

28 de julho de 2007

Pesadelo


Me acordo sobressaltado e transpirado. Um sonho angustiante sonhei enquanto dormia sob o efeito do marulhar das ondas deste zulmarinho a se espraiar na areia, quase me tocando nos pés como a querer que eu acordasse.
Neste sonho eu ouvia nitidamente a sua voz como que a pedir auxílio, essa voz que se ouve assim na alma e que os ouvidos não sabem nem como definir se rouca e quente, se doce e meiga. Mas eu ouvi num nítido que até parecia estava dentro do meu ouvido para que não houvesse nem uma dúvida.
No tempo necessário para passar a fronteira entre o mundo do sonho e a realidade, olhei e lhe vi no zulmarinho tons que nem pareciam era ele aqui no seu final.
Transpirei mais.
Acho mesmo foi pesadelo extramatrimonial o que eu tive.


Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007