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A Minha Sanzala
recomeça o futuro sem esquecer o passado

19 de julho de 2011

Por aqui sentado, azedo do mundo, protestante do silêncio, me deixo levar pelo silvar do vento em melodias de arrepiar. O tempo corre e eu vou inventando modos de me proteger, como se isso fosse uma fatalidade. Matuto em que me disseram que o orgulho não me ia levar a lado nenhum e respondo-me, em silêncio, que até é bom, uma vez que até gosto de estar aqui sentado, azedo do mundo.
Por aqui sentado vou tentando ver cada vez mais longe que o longe fica afastado para caramba e assim nunca mais lá vou conseguir chegar. Azedo do mundo, sentado, tento sorrir e com as lágrimas apago os sonhos.








Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007