Ouço o marulhar, das mil ondas que rebentam na areia, num espraiar preguiçoso de quem aguarda um adeus adiado.
São milénios de noites e dias transformados em rios de nostalgia numa alma em chamas.
Já mandei mensagens em garrafas, já usei novas tecnologias. E sempre o tempo responde-me em silêncios.
Vá-lhe, que nem o adeus chegou.
Deve de ser por ser madrugada que o sol ainda não se deixou ver e as sombras são manchas ténues de quase nada, a lua já não tem a força do brilho da noite, mostra-se pálida, perfeita e baça, como que observando alguma alma passeando num vazio, e eu, que caminho de olhos no zulmarinho como que a rever todas as lágrimas que lhe deitei, recordo todos os princípios do amor como que à espera do renascimento da esperança.
São milénios de noites e dias transformados em rios de nostalgia numa alma em chamas.
Já mandei mensagens em garrafas, já usei novas tecnologias. E sempre o tempo responde-me em silêncios.
Vá-lhe, que nem o adeus chegou.
Deve de ser por ser madrugada que o sol ainda não se deixou ver e as sombras são manchas ténues de quase nada, a lua já não tem a força do brilho da noite, mostra-se pálida, perfeita e baça, como que observando alguma alma passeando num vazio, e eu, que caminho de olhos no zulmarinho como que a rever todas as lágrimas que lhe deitei, recordo todos os princípios do amor como que à espera do renascimento da esperança.
Sanzalando
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