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A Minha Sanzala: Eternamente até um dia
recomeça o futuro sem esquecer o passado

8 de setembro de 2007

Eternamente até um dia

Para aqui estou sentado, olhos postos em nada. A minha mente vagueia vagarosamente por entre espaços de silêncios, sem os perturbar. Choro ou rio-me? Nem eu sei o que me apetece. Bem, lá no fundo sei que me apetece gritar-te que quero ser o sol que antecede as tuas noites e o desejo que acende as tuas manhãs.
Mas como sempre tu não me ouves, ou não me fazes um sinal, o que vem dar ao mesmo. Já sei que não tenho ar para ti, que estou cansado demais para os teus verdes anos. Enfim, cotei-me precocemente.
Mas mesmo assim, eu aqui estou a olhar-te na minha clandestinidade, carregado de querer-te. Se calhar é um estar sem forças para te negar. Se calhar é ser-se persistente até à nossa eternidade.
Sentado aqui, arrasto-me por ti. Sempre!

Sanzalando

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WebJCP | Abril 2007