11 de maio de 2019

mundo real

Olhei o zulmarinho do alto da minha altura e lhe disse numa voz de quem manda e não tem dúvidas: tu me mereces porque eu sou eu mesmo em toda a minha essência, virtudes e defeitos, virtual e real. Na verdade é custoso saber o que é a realidade, a distorção da realidade e a virtualidade desfocada dos olhos cansados de ver.
Na verdade, no meu veleiro de papel, a favor do vento, cortei ondas neste zulmarinho de imaginação, caminhei sobre o mar nos meus sapatos de boiar, voei sobre o mar com as minhas asas de sonho e fantasia, e desconsegui de sair do meu mundo porque este é o meu mundo, mesmo quando eu gostava que ele fosse diferente.
Medito e certo é, este é o meu mundo real.



Sanzalando

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